A primeira vez que ouvi falar no projeto 365 foi no blog da Ana, quando a mudança para Cabo Verde comecei a tirar fotos de Brasília, do meu cotidiano na cidade usando o celular, mas ai Guilherme ficou doente e eu perdi o pique para recomeçar e deixei para lá, começava, mas esquecia, passava dois, três dias sem tirar fotos. Ao longo desses anos que acompanhei algumas pessoas que conseguiram e outras que como eu deixaram o projeto pela metade. Este ano eu decidi dar uma nova chance. E assim que apresento a você a minha primeira semana do ano. Domingo será então o dia de mostrar como foi a minha semana. Espero que "disfruten"!
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domingo, 8 de janeiro de 2012
sábado, 16 de julho de 2011
Na reta final
Ainda falta pouco de um mês, mas o tempo passa tão rápido ...
- Na última consulta o medido fofo se despediu dizendo: "siga haciendo lo que qué esta haciendo, que lo hace bien" . Em 33/34 semanas ganhei 5 quilos e um pouco, faço ginástica localizada duas vezes por semana e, em geral como pouco, devo admitir que nesta última semana chutei o balde, mas segunda-feira está ai. É semana do terceiro último ultrassom e os exames de sangue e visitar a maternidade (depois vou faltar mais sobre isso).
- O bebê continua sem nome e parece que isso tirar o sono de muita gente. Acho isso engraçado, e se a gente não soubesse o sexo do bebê? Temos uma lista, mas é isso e na hora tudo pode mudar. João e eu já tiramos isso da nossa lista de "coisas a fazer".
- Hoje, finalmente, lavei as roupas do bebê. A roupa eu lavo na máquina, mas faço questão de eu mesma passar, pelo menos essa primeira vez. Depois tenho que preparar as coisas para a maternidade conforme as "exigências" locais.
- Ontem comemoramos o aniversário do João, foi muito divertido. A casa não estava cheia, mas com 5 crianças e um bebê o barulho era grande, ainda bem que não temos vizinhos nem em baixo, nem em cima.
- Guilherme ainda tem uma semana de férias de inverno, como os dias tem passado rápido! Na quinta tivemos mais uma edição do vento zonda e como o danado me afeta fisicamente, fico um caco. Um dia quente, passado em casa, tudo fechado. No dia seguinte as ruas estavam tomadas pelas folhas e foi a primeira vez que eu vi a equipe de limpeza da cidade não dar conta de tirar as folhas e hoje a tarde ainda havia pilhas de folhas acumuladas no meio fio (aqui as pessoas varrem as calçadas e deixam as folhas em uma pilha no meio fio para o caminho apanhar) e olha que tudo o que se via nas ruas do bairro eram os caminhões e pessoal da limpeza varrendo e juntando folhas, além dos caminhões com o aspirador de folhas. Para a próxima semana temos uma agenda de atividades, cinema, teatro, festinha ...
- As aulas recomeçam, temos a festa de aniversário do Guilherme e assim eu vou me aproximando da fase "pode vir a qualquer momento".
- Preciso tirar fotos da barriga nessa reta final.
- A lista de costuras está parada, Guilherme quer ajudar e prefiro ficar com ele agora que está em casa e costurar quando as aulas recomeçarem.
- Guilherme está cada vez mais engraçado e com umas tiradas ótimas, pra nossa sorte aceitou que o bebê ainda demora para chegar. Anda ligado no assunto do nome (ele quer que o irmão também se chame Guilherme, quando eu disse que não dava certo, ele abriu mão do seu querido apelido - Guilhe - para dá-lo ao irmão para não ficarem com o mesmo nome). Mesmo eu já tendo contado inúmeras vezes ele ainda muito desconfiado sobre como o bebê vai sair da barriga. Acho que o fato do umbigo ter pulado pra fora deixou ele confuso (hehehehehe).
segunda-feira, 11 de abril de 2011
O domingo que não foi!
O nosso domingo começou uma delicia, com "norske vaffler" (mais finos que os waffles americanos ou belgas) Para acompanhar os "meninos" tomaram nescau e eu meu descafeínado. Como finalmente havia conseguido o adaptador para ligar o som foi hora de deixar a música invadir o ar. Passamos boa parte da manhã na companhia de Sandra Peres e Paulo Tatit e Vinicius de Moraes e Toquinho nos clássicos Arca de Noé.
Guilherme lembrou da maioria das músicas e de noite foi dormir cantando Pé com Pé e Bolacha de água e sal (eu não esqueço quando o cunhado me apresentou à música). João leu seu livro e eu fazia origami. Teve até disputa de aviões de papel.
Os planos para a tarde envolviam cinema, e o escolhido fica num shopping muito movimentado e que não tem o serviço de vendas on-line ( o que tem nunca funciona, by the way). Saímos de casa com mais de uma hora de antecedência, para dar tempo. Procuramos uma vaga por 40 minutos, quando finalmente chegamos ... a fila, gente o que era aquilo! E o aviso que a sessão que planejavamos já estava lotada. Agora, explica isso para um menino que em cinco anos tem e é louco por cinema. Não havia maneira, mas finalmente ele concordou em ir comer algo e voltar para ver se a fila tinha diminuido (sabiamos que não). Andamos uns 50 metros e ele pediu para sair do shopping por que tinha muita gente (ufa! imagino como não deveria estar a praça de alimentação). O programa foi adiado para segunda depois da escola, quando suponho poucos vão ao cinema.
A caminho de casa, o pedido do João: shopping dia de domingo, não! Todos concordamos e voltamos para casa felizes.
Eu continuo pensando em quando o Guilherme vai descobrir a resposta da música o que é, o que é? Acho divertido.
Antes que eu esqueça, duas palavras que vão fazer falta aqui em casa quando ele começar a falar certo:
manica = maquína
eu sabo = eu sei.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Curtas!
- As férias escolares aqui vão até o dia 28 de fevereiro. Já dá pra imaginar o grau de agitação da casa. Guilherme passa as manhãs na escola de verão, a melhor maneira que encontramos de que ele continuasse com o contado direto com o espanhol (por sinal, já podemos dizer que "Guille habla español");
- Como algumas pessoas já sabem, o verão aqui é MUITO quente e até umas sete da tarde é praticamente impossível fazer alguma coisa ao ar livre sem correr o risco de insolação (Guilherme já padeceu de uma nas vesperas do Natal) Então, temos umas 6 horas que precisam ser ocupadas dentro de casa, nada fácil. Nem preciso dizer que sonho com o inverno;
- A família do João veio passar as Festas conosco e depois fomos passar uns dias em Santiago (prometo um post para depois), hoje chega a minha mãe, depois vem amigos da Noruega, na sequencia amigos do Brasil e fechando as férias meu pai. Clarissa, deve vir para o Carnaval (se tudo der certo);
- Já estou trabalhando no planejamento das férias de inverno e queremos fazer uma viagem internacional também, mas antes disso tem alguns feriados que rendem uma viagens curtas e possibilidades de passeios não faltam, taí uma coisa que adoro fazer;
- Começei uma reorganização do blog que ficou pela metade, mas termino ainda este ano (risos); e
- Deixa eu ir, que tem almoço pra fazer, camas pra arrumar antes de pegar o Guilherme no clube.
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
O fim do mistério
Quando meus avós maternos recebiam visitas e ao final do jantar, ou almoço, ofereciam ajuda para lavar a louca, minha avó sempre dizia para não se preocuparem, que no dia seguinte, Julia lavaria a louça. Todos obviamente, entendiam que se tratava de uma empregada. Mas a verdade é que Julia nunca existiu e quem lavava os pratos era a minha avó mesmo.
Há uns 20 anos, meus pais compraram uma máquina de lavar louça e minha mãe batizou de Julia, em homenagem a empregada imaginaria de minha avó. "Julia" trabalhou muito em minha casa, até que um dia paramos de usar, não lembro bem o porquê. A máquina ainda está por lá, mas já não funciona.
Quando ainda estavamos em Cabo Verde João dizia que aqui teriamos uma empregada chamada Tesoro. Bom, não temos empregada, mas uma faxineira que vem pelas manhãs, para limpar ou passar roupa e ela não se chama Tesoro. Infelizmente, para mim, eu acho, a idéia de ter uma empregada não me agrada. Sempre gostei das faxineiras que tive, mas em parte por que a convivencia não era diária. Então, ainda não é dessa vez que tenho empregada, um dia, quando eu crescer quem sabe. Talvez quando volte a trabalhar.
Aqui em casa temos um enorme defeito, a louça acumula com uma facilidade muito grande na pia da cozinha. Parece que dá cria a louça, e o melhor ou pior, é que isso não nos incomoda, tenho um pouco de vergonha, é só. Assim que, com a proximidade do Natal e da chegada da família do João para passar as festas conosco decidimos que seria um bom momento para ocupar o buraco na cozinha e ter uma ajudinha extra na cozinha, principalmente nos fins de semana.Nunca vou esquecer da conversa com a Paula, no Natal do ano passado, quando ela me contava o quanto sentia falta da sua máquina de lavar louça, que estava em Portugal e me falava que sempre tinha a cozinha "arrumada" por que a louça suja ia direto para a máquina. Estou contando com isso!
O Roomba é algo que tenho considerado muito comprar, principalmente, por que aqui os quartos têm carpete. Mas ainda estou no inicio das pesquisas, e confesso que a idéia de que um dos gatos quebre ao pular em cima não me agrada. Como é algo para ser comprado nos EUA e ainda tenho la lista minha KitchenAid, não sei ...
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Correndo contra o relógio
Cadê o 2010 que estava aqui?!?!
Tudo tem passado numa velocidade assustadora, aquela sensação de que chegamos há muito e ao mesmo tempo foi ontem.? Esta semana foi pra lá de corrida, finalmente começou a instação das redes de proteção das janelas e veio em boa hora, o verão bate a porta e o calor aqui na cidade é no modelo Teresina ou Cuiabá e poder deixar escancaradas as janelas era fundamental. Como são muitas janelas e uma varanda meio complicada, o serviços demora, mas tudo bem, o importante é que todos os moradores da casa estejam seguros e eu tranquila. Acho que em mais dois dias terminamos tudo, mas tem um feriado no meio e a colocação das redes nos quartos tem que ser coordenada com a lavagem do carpete. No final tudo se resolve.
sábado, 20 de novembro de 2010
Leitor de feed
Confesso que no começo via a ferramenta com desconfiança e nem via muito a praticidade dela. Isso foi há muito, muito tempo. Hoje em dia acompanho 99% dos blogs pelo reader, acho mais pratico. Mas tem um lado ruim, passei a comentar muito, muito menos e já não descubro tantos blogs novos, não como antes.
Esses tempos de mudança a leitura acaba se acumulando e hoje, por exemplo tem quase 1000 coisas esperando para serem lidas. Mas como assim? Foi quando reparei que a ferramenta já não atende as minhas necessidades ou a minha lógica de leitura. Para completar comecei a reparar em uns bugs e o que era para facilitar a minha leitura começou a dificultar, então ando buscando uma nova ferramenta de leitura, uma outra está em teste e tenho gostado muito.
Esse teste serviu para que eu pecebesse que há muitos blogs que já não me interessante, mas que ainda estão ocupando lugar na fila de leitura e outros que eu nem coloquei lá e que sempre que quero ler tenho que lembrar quem havia lincado o que aonde para chegar lá, e nem sempre chego.
E vocês, usam alguma ferramenta para acompanhar blogs? Enquanto blogueiros, o que acham dessa audiência "fantasma"?
Esses tempos de mudança a leitura acaba se acumulando e hoje, por exemplo tem quase 1000 coisas esperando para serem lidas. Mas como assim? Foi quando reparei que a ferramenta já não atende as minhas necessidades ou a minha lógica de leitura. Para completar comecei a reparar em uns bugs e o que era para facilitar a minha leitura começou a dificultar, então ando buscando uma nova ferramenta de leitura, uma outra está em teste e tenho gostado muito.
Esse teste serviu para que eu pecebesse que há muitos blogs que já não me interessante, mas que ainda estão ocupando lugar na fila de leitura e outros que eu nem coloquei lá e que sempre que quero ler tenho que lembrar quem havia lincado o que aonde para chegar lá, e nem sempre chego.
E vocês, usam alguma ferramenta para acompanhar blogs? Enquanto blogueiros, o que acham dessa audiência "fantasma"?
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sábado, 13 de novembro de 2010
Festas de aniversário
Ontem fomos a nossa segunda festa de aniversário de um amiguinho da escola do Guilherme. Assim como na primeira nos divertimos muito, o menino e os pais. As festas aqui não são muito diferentes das de Praia ou das que minhas amigas fazem no Brasil. A principal preocupação é a diversão dos pequenos, tudo muito cuidado, mas simples e sem exageros. Há poucos balões, a decoração se limita a mesa onde estão as comidinhas e o bolo é, em geral, feito por alguém da família, no capricho. Tem uma pinhata e no final da festa as crianças recebem suas lembrancinhas. As duas festas tinham hora para acabar e eu ADORO isso.
Na primeira, um mágico/palhaço ficou encarregado da animação e como o Guilherme ainda não entendia muito bem o que estava rolando ficou "encabulado". O mágico era bem legal e depois da brincadeira levou as crianças para comer e na sequencia o parabéns, se encarregou dos pequenos com muita habilidade e fez juz ao nome artistico de Buda.
Já a festa de ontem a principal atração eram os peloteros (pula-pula e/ou piscinas de bolas) e os meninos se esbaldaram. Guilherme é muito querido pelos meninos e o idioma não é um problema. João e eu tivemos tempo de sobra para conversar com os outros pais. Sabem o que mais gostei? As crianças brincavam, os pais conversavam e nada de uma quantidade absurda de fotos sendo tiradas. Eu já fui uma dessas mães que segue a criança pela festa com a máquina, até que me dei conta do quanto o Guilherme não gostava e que nem ele nem eu aproveitavamos a festa. Claro que tiro fotos, muito poucas, assim um dia temos a lembrança dos amigos daqui, mas é isso, nada de "Olha pra cá", "fica ali", "de novo", "dá um abraço", nada disso.
Do aniversário todos fomos para a festa na escola, lembram que falei que a Quermese havia sido adiada por conta do mau tempo? Pois foi ontem. Achavamos que Guilherme ia capotar no carro, mas que nada, estava louco para mostrar sua fantasia para os amigos, brincou ainda mais no pula-pula e descobriu o toro mecanico e no caminho pra casa, passado das onze, finalmente dormiu: Sujo e feliz.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Curtas
- Essas flores gigantes peonias ai do banner são as que comprei ontem, não resisti, passo o dia olhando para elas.
- Ontem também foi feriado escolar aqui, é que como muitos professores trabalharam no censo foi dado um merecido descanso.
- As paredes estão oficalmente terminadas, infelizmente a fita colou demais e em algumas partes tive que tirar com um estilete e também retocar a pintura (agora com escada).
- A mudança está em Buenos Aires e ainda pode demorar um pouco para ser liberada.
- Nada do passaporte e da identidade de residente ficarem prontos, ok, já temos o visto de residencia, mas a identidade ainda não.
- A escola cancelou uma quermese que haveria hoje a noite por conta da previsão de "tormenta".
- Hoje foi dia de transplante de mudas, avaliação das que talvez não resistiram e plantar mais semente, desta vez ervas aromáticas, em breve fotos. Guilherme está muito empolgado com a horta.
Pelo momento é só ...
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Em dois lugares ao mesmo tempo
Este ano a família ocupou, estatisticamente, dois lugares ao mesmo tempo. Em julho, fomos entrevistados em Cabo Verde, para o Censo 2010, por lá tivemos que responder o formulário completo. Hoje, fomos entrevistados para o censo argentino, desta vez fomos contemplatos com o formulário simplificado, em 10 minutos, apesar do formulário em papel, todas as respostas foram respondidas.
Ao contrario do Brasil, e de Cabo Verde, o censo aqui é feito em um único dia, que é decretado feriado nacional, mas do tipo que não funciona nada mesmo (apenas o básico do básico) . Ontem a noite, o sistema de som do supermercado 24 h avisava que fechariam as portas as 21h de ontem e só reabririam depois de terminado o censo. Como o recenseador passou por aqui ainda pela manhã, fomos dar uma volta. Vimos abertas algumas farmácias e uns postos de gasolina, de resto TUDO fechado, shopping, restaurantes, barezinhos, apenas alguns ambulantes no centro da cidade. Num cruzamento movimentado da cidade, alguns simpatizantes do ex-presidente Néstor Kirchner relembravam a sua tragetória política, mas foi só.Agora, o Parque San Martin estava lotado, será que todos esperaram a visita para sair?
Amanhã, é feriado escolar já que boa parte dos recenseadores são professores e depois de um longo dia de trabalho, eles tem direito a um merecido descanso.
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
A dona rinite
Diz a lenda que todo cearense que se prese tem rinite, não tenho idéia das estatisticas com relação a alergias respiratórias por lá, mas a verdade é que aqui em casa Guilherme e eu temos algumas alergias e rinite/asma (rinite e asma são a mesma doença apresentadas em lugares diferentes do aparelho respiratório). Durante dois anos nào tivemos nada, quando o nariz escorria era um refriado, nunca alergia, e eu me acostumei mal, muito mal.
Aqui existe uma planta chamada platano (nada a ver com banana) que é a primeira a soltar seu polén, no final do inverno. Não tem uma rua aqui na cidade que não tenha plantado na calçada um platano. Por que escolheram essa planta eu não sei, mas a questão é que o polén é altamente alergenico e dessa, nem Guilherme, nem eu escapamos. Quem mandou ter um sistema imunológico que fuciona bem, até demais.
Os primeiros sinais de alergia do Guilherme começaram quando ele era ainda pequeno, não tinha um ano, o diagnostico veio um tempo depois. No caso dele, o normal seria, por volta dos 4 anos as crises já terem diminuido muito ou até mesmo parado e eu realmente achei que isso tinha acontecido por que durante o tempo em que moramos em Praia, ele não teve nada. Comigo as crises começaram na adolescencia, no final da adolescencia. Deveria fazer o teste de sensibilidade, mas nunca fiz. Eu não tenho escapatória, o porblema vai me acompanhar para todo o sempre. Pelo visto os anti-histaminicos e o nebulizador vão voltar a ativa.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Spoiler!
Hoje tive uma manhã azul, no melhor e mais feliz dos sentidos. Explico: eu gosto de pintar paredes, gosto do ritual de preparar tudo para a pintura, limpar a parede, por a fita de pintor (minha destreza ainda não me permite dispensá-la), proteger o chão, fazer os recortes da parede e ver como aos poucos ela muda completamente, esperar secar a primeira demão, colocar a segunda e depois ver o resultado final. Desta vez o resultado final só daqui umas semanas, quando a mudança chegar, mas eu gostei tanto da cor que o Guilherme escolheu que decidi mostrar aqui um pouquinho antes mesmo dele ficar pronto, as fitas ainda estão coladas.
Comecei por uma parede apenas, quero ver a reação dele, o que ele achava, afinal uma coisa é o mostruario (aqui não vendem as latinhas pequenas para testar) outra é na parede, com a luz do lugar. Quando chegou da escola, Guilherme pediu para pintar o teto azul também!As outras paredes? Ele disse que não sabe. Se vou pintar o teto de azul? Desculpa filho, mas não esse azul.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Para onde vão os aneis
Semana passada eu "perdi" os dois anéis que sempre uso. Fui arrumar as plantas, mexer com terra e tal e decidi tirar os aneis. Na hora coloquei no melhor lugar que encontrei, a antena do router, mas depois de limpar tudo senti falta dos aneis e não houve meio deu me lembrar onde os havia colocado, nem a mais vaga lembrança. No dia seguinte, do nada, lembrei onde estavam. Um dos aneis eu guardei, ando fazendo muitas coisas pela casa que podem estragar e isso eu não gostaria que acontecesse, não pelo que ele custou mas pelo que ele vale para mim.Assim, passei a procurar algo interessante para colocar os aneis, mas tudo o que eu encontrava não combinava com o lugar onde eu precisava que ficasse, a cozinha. Há algum tempo havia visto em um dos tantos blogs que leio, esses porta ovos de ceramica sendo usados justamente para guardar bijoux, claro que ficavam em armários, mas a idéia ficou e esta semana, finalmente, encontrei um assim para ter na cozinha.
Posso usar para colocar os aneís, brincos e o que mais decida tirar quando estou cuidando da casa, e ainda uso para colocar os ovos antes de usar em alguma receita.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Encontrando o ritmo
Comemoramos nossa primeira semana em nossa casa, na verdade apartamento. Aos poucos tudo vai encontrando o seu ritmo, aqui nossa rotina é um pouco diferente da que tinhamos em Cabo Verde por que o João não tem horário de almoço, mas ele sai do trabalho as três da tarde, o que nos permite curtir boa parte da tarde juntos. Aqui a siesta é uma realidade (risos) praticamente tudo está fechado da uma às cinco da tarde, sei que dificilmente vou criar o habito de "dormir la siesta" e acho que nunca vou me acostumar a ver tudo fechado por tanto tempo. Os shoppings e supermercados maiores estão abertos e o horário da siesta é o melhor para ir a estes lugares, inclusive sábados.
O frio foi embora de vez e pelo visto a primavera será curta, ou seja, em breve fará MUITO calor. Outro dia arrumei as plantas na varanda, temos um lindo espaço ao ar livre e com uma bela vista da montanha e em breve, quando a rede de proteção estiver instalada, vamos poder deixar as portas abertas. O problema não é o Guilherme e sim os gatos. Temos uma meia grade que é suficiente para conter crianças, mas os gatos passam por entre as barras, e há muitos pombos e outro pássaros e eu não arrisco.
Agora, precisamos encontrar um sofá para o "family room", também precisamos de um móvel para a parafernália de TV. Não pode ser nada muito grande.
De resto é esperar o contentor com a nossa mudança, a última noticia que temos é que já saiu da Espanha, mas quando vamos ter nossas coisas são outros quinhentos.
******
Não tenho tirado muitas fotos, por isso há poucas fotos por aqui. A vista no post anterior é daqui de casa, na janela do quarto. Este fim de semana, quero ir tirar umas fotos da cidade para mostrar aqui como é Mendoza, as curiosidades daqui.
O frio foi embora de vez e pelo visto a primavera será curta, ou seja, em breve fará MUITO calor. Outro dia arrumei as plantas na varanda, temos um lindo espaço ao ar livre e com uma bela vista da montanha e em breve, quando a rede de proteção estiver instalada, vamos poder deixar as portas abertas. O problema não é o Guilherme e sim os gatos. Temos uma meia grade que é suficiente para conter crianças, mas os gatos passam por entre as barras, e há muitos pombos e outro pássaros e eu não arrisco.
Agora, precisamos encontrar um sofá para o "family room", também precisamos de um móvel para a parafernália de TV. Não pode ser nada muito grande.
De resto é esperar o contentor com a nossa mudança, a última noticia que temos é que já saiu da Espanha, mas quando vamos ter nossas coisas são outros quinhentos.
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Não tenho tirado muitas fotos, por isso há poucas fotos por aqui. A vista no post anterior é daqui de casa, na janela do quarto. Este fim de semana, quero ir tirar umas fotos da cidade para mostrar aqui como é Mendoza, as curiosidades daqui.
domingo, 11 de julho de 2010
É tempo de percebes
Depois de quase dois anos em Cabo Verde, finalmente provei o famoso percebe ou perceve (pollicipes pollicipes), esse crustáceo de aparência estranha e bastante apreciado na Peninsula Iberica e na França. Segundo me falaram, por lá é um artigo de luxo, caro e dificil de encontrar (não tenho como comprovar isso, além do fato de nunca ter visto em nenhum cardápio fora de Cabo Verde). Por aqui, o bichinho também é bastante apreciado e se não é proibitivamente caro, mantem seu estatus de iguaria uma vez que não é sempre que se encontra. Eu já havia visto antes para vender na rua, como vendem as cordas de caranguejo no nordeste e não comprei, como não compro o caranguejo.
Eis que, no almoço de domingo, vejo o bicho na mesa dos peixes frescos no restaurante. Não podia deixar passar. Pedi uma porção de entrada e ela chegou vistosa em cima de uma cama de gelo (se é assim que se come aqui, ou é coisa do restaurante eu não sei, mas gostei). Então, perguntei ao garçom como se come, é mais fácil que comer caranguejo, basta rodar um pouco a "unha"e quando ela solta da perninha puxar que a carne sai. Hummmmm como descrever o sabor, a consistência? Eu diria que é mais firme do que uma ostra e que tem gosto de mar e garanto que sempre que puder, vou comer! O dono do restaurante disse que vai bem com uma cerveja, confesso que fiquei com vontade de tomar um espumante estupidamente gelado.
Eis que, no almoço de domingo, vejo o bicho na mesa dos peixes frescos no restaurante. Não podia deixar passar. Pedi uma porção de entrada e ela chegou vistosa em cima de uma cama de gelo (se é assim que se come aqui, ou é coisa do restaurante eu não sei, mas gostei). Então, perguntei ao garçom como se come, é mais fácil que comer caranguejo, basta rodar um pouco a "unha"e quando ela solta da perninha puxar que a carne sai. Hummmmm como descrever o sabor, a consistência? Eu diria que é mais firme do que uma ostra e que tem gosto de mar e garanto que sempre que puder, vou comer! O dono do restaurante disse que vai bem com uma cerveja, confesso que fiquei com vontade de tomar um espumante estupidamente gelado.
Fotografia de um monte de percebes (Pollicipes pollicipes). Tirada do Wikimedia CommonsConheço muita gente que não gosta. João mesmo olhou com desconfiança, mas se rendeu na primeira patinha. Da minha parte, fica a dica de sempre que por estas bandas, ou na Espanha (Canárias inclusive), Portugal, França, Marrocos ou Senegal, vale a pena ficar de olho e pelo menos experimentar.
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Fim de semana legal

Gofres ou Waffles belgas
180 gr de farinha
1 colher de sopa de açúcar
1 colher de chá bem cheia de fermento
2 gemas
250 ml de leite
80 gr de manteiga derretida
2 claras em neve
Misture a farinha, o açúcar e o fermento, adicione o leite e as gemas, mistura bem, coloque a manteiga e depois incorpore as claras em neve.
Siga as instruções da sua "wafflera" e bom apetite.
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segunda-feira, 5 de julho de 2010
Any given Monday
Hoje foi feriado aqui em Cabo Verde. O país comemorou o 35o. aniversário de sua Independência. Nós decidimos ficar em casa, descansar e curtir nosso cantinho. No final da tarde, fomos para o nosso passeio quase que diário até o mar. Normalmente vamos em grupo. Em geral são 5 crianças e dois adultos, hoje fomos apenas nós três. A idéia era testar a nova pipa, mas se tem algo que ainda não desvendamos foi o vento caboverdiano, paciência! Mas a verdade é que o vento hoje não estava bom mesmo. Falando em vendo, uma coisa que nunca vi aqui foram crianças soltando pipas, em nenhuma das ilhas por onde passamos, isso deve ser uma boa pista!
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quinta-feira, 1 de julho de 2010
Meus pensamentos estão dando cabo de mim
O dia tem 24 horas, certo?
O ser humano precisa de 8 horas de sono por noite, eu sei que eu preciso!
Então sobram 16 horas para todo o resto, principalmente pensar abobrinhas e não abobrinhas, mas pelo visto isso não tem sido suficiente. Na hora em que ponha a cabeça no travesseiro começa, é uma maldição! Se ficasse pensando nas coisas que estão acontecendo com a gente, a mudança, as férias do Guilherme, o que fazer e tal, estaria mais tranquila. Mas não ...
Ontem demorei muito a dormir por que estava pensando em como um restaurante pode melhorar seu atendimento e se tornar mais eficiente. Não, eu não tenho nem quero ter um restaurante.
Antes eu usava tecnicas de meditação para "esvaziar" a mente e dava certo, atualmente nem isso tem funcionado. Péssimo, péssimo! Ando em frangalhos, durante o dia a cabeça não funciona. Horrível!
O ser humano precisa de 8 horas de sono por noite, eu sei que eu preciso!
Então sobram 16 horas para todo o resto, principalmente pensar abobrinhas e não abobrinhas, mas pelo visto isso não tem sido suficiente. Na hora em que ponha a cabeça no travesseiro começa, é uma maldição! Se ficasse pensando nas coisas que estão acontecendo com a gente, a mudança, as férias do Guilherme, o que fazer e tal, estaria mais tranquila. Mas não ...
Ontem demorei muito a dormir por que estava pensando em como um restaurante pode melhorar seu atendimento e se tornar mais eficiente. Não, eu não tenho nem quero ter um restaurante.
Antes eu usava tecnicas de meditação para "esvaziar" a mente e dava certo, atualmente nem isso tem funcionado. Péssimo, péssimo! Ando em frangalhos, durante o dia a cabeça não funciona. Horrível!
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sábado, 5 de junho de 2010
Pois ...
Hoje acordei super cedo, na verdade acordada por um filhote com dores nas pernas. Ao que tudo indica ele, assim como o pai e a mãe, será vitima de "dores de crescimento" e algumas noites são menos tranquilas que outras. O que eu faço? Acalanto, faço uma massagem e espero passar. No próximo check up médico da família o assunto vai ser mencionado, claro, mas por desencargo de consciência do que qualquer outra coisa. E foi assim que meu sábado começou as seis da matina!!!
Viva, not really. Fomos dormir tarde e a verdade é que ainda não me recuperei das férias (preciso de férias das férias).
Mas o que eu ia falar mesmo? Ah! Então, depois de ler uma revista, tomar o café da manhã e zapear pelos canais da TV, decidi por a leitura das coisas da Internet em dia. No blog da Ana ele escreveu sobre algumas das diferenças nas casas de Vancouver e do Brasil (fala sobre transporte também). Eu já havia vivenciado todas elas em um ou outro momento da minha vida, mas reparei que duas coisas parecem chocar os brasileiros em geral: a fala de luz de teto nos quartos e grande parte das salas e a falta de ralo nos banheiros.
Particularmente, sou fã incondicional da iluminação indireta. Na sala e nos quartos a luz de teto só deveria ser liga quando se faz necessário buscar um objeto perdido ou fazer uma faxina noturna. É engraçado, o João já prefere um boa luz no teto, de preferência uma fria. E no dia a dia é um ascende e apaga de luzes. No quarto a mesma coisa, pelo João não faz falta um abajour na mesa de cabeceira, já eu nem consigo ler a noite se for com a luz do teto, fora que em muitas casas a pessoa tem que se levantar da cama para apagar a luz.
Já o ralo no banheiro me divide (aqui em casa também não temos). Eu não vejo problema nenhum em lavar o banheiro com um pano, até por que água é um bem precioso, aqui e em qualquer parte do mundo. Mas, acho que é pratico e se os banheiros aqui tivessem ralo, o incidente do alagamento em agosto do ano passado teria sido minimizado. O curioso é que todos os banheiros tem no chão uma tampa que não abre, no lugar onde deveria haver um ralo. Tenho que lembrar de perguntar para que serve.
Também li uma matéria bem interessante sobre educação financeira, a dica foi dada em uma comunidade de mães. Eu acho importante tudo que é colocado na matéria, mas não acho que só isso define o perfil consumista da pessoa, há outros fatores. AH! Também acho que vale a pena a mulherada ler está matéria aqui, sobre AVC. A coisa pode ser bem séria.
Bom, agora é hora de tocar o dia.
Viva, not really. Fomos dormir tarde e a verdade é que ainda não me recuperei das férias (preciso de férias das férias).
Mas o que eu ia falar mesmo? Ah! Então, depois de ler uma revista, tomar o café da manhã e zapear pelos canais da TV, decidi por a leitura das coisas da Internet em dia. No blog da Ana ele escreveu sobre algumas das diferenças nas casas de Vancouver e do Brasil (fala sobre transporte também). Eu já havia vivenciado todas elas em um ou outro momento da minha vida, mas reparei que duas coisas parecem chocar os brasileiros em geral: a fala de luz de teto nos quartos e grande parte das salas e a falta de ralo nos banheiros.
Particularmente, sou fã incondicional da iluminação indireta. Na sala e nos quartos a luz de teto só deveria ser liga quando se faz necessário buscar um objeto perdido ou fazer uma faxina noturna. É engraçado, o João já prefere um boa luz no teto, de preferência uma fria. E no dia a dia é um ascende e apaga de luzes. No quarto a mesma coisa, pelo João não faz falta um abajour na mesa de cabeceira, já eu nem consigo ler a noite se for com a luz do teto, fora que em muitas casas a pessoa tem que se levantar da cama para apagar a luz.
Já o ralo no banheiro me divide (aqui em casa também não temos). Eu não vejo problema nenhum em lavar o banheiro com um pano, até por que água é um bem precioso, aqui e em qualquer parte do mundo. Mas, acho que é pratico e se os banheiros aqui tivessem ralo, o incidente do alagamento em agosto do ano passado teria sido minimizado. O curioso é que todos os banheiros tem no chão uma tampa que não abre, no lugar onde deveria haver um ralo. Tenho que lembrar de perguntar para que serve.
Também li uma matéria bem interessante sobre educação financeira, a dica foi dada em uma comunidade de mães. Eu acho importante tudo que é colocado na matéria, mas não acho que só isso define o perfil consumista da pessoa, há outros fatores. AH! Também acho que vale a pena a mulherada ler está matéria aqui, sobre AVC. A coisa pode ser bem séria.
Bom, agora é hora de tocar o dia.
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
Pão de queijo japonês
Ontem tivemos uma visita super especial aqui em casa, a Anna veio para uma tarde super divertida. O melhor era ver os dois brincando com o motor home da Barbie (que na verdade é um Hot Tub Bus) que a Anna trouxe, mas na falta de Barbies, dois valentes Max Steal fizeram a festa no mundo cor-de-rosa, com direito a pizza e pipoca de brinquedo vendo TV (risos, boys, boys). O melhor, era ele querendo que os bonecos sentassem na cabine e "dirigissem" e eu sem conseguir tirar Priscila da cabeça (Tsk, tsk, bad mom, bad)
A questão foi que lá pelas tantas estava na hora do lanche e eu (antes de olhar na despensa) ofereci pão de queijo, pensando em fazer estes daqui, mas na hora do vamos ver não tinha polvinho em casa e agora? Nisso eu vejo um par de olhos negros brilhando de felicidade, sentiram o drama? Só me restava recorrer ao santo google, e ele não falhou. Encontrei em um dos blogs de receita que leio uma receita que substitui o polvilho por fécula de batata, que eu sim tinha em casa! Por sinal, tem várias receitas excelentes no blog, inclusive foi lá que ouvi pela primeira vez do livro "Crazy Water, Pickled Lemons", de onde tirei o bolo para casamento.
Então, com a ajuda dos pequenos, 30 minutos depois, 20 paes de queijo foram devorados. Menos de duas horas depois, outra fornada. O João chegou do trabalho, comeu os dois que se salvaram do ataque, e bom ... gostou tanto que pediu mais.
Lá vai a receita!
50ml de leite
3 colheres de sopa de água (45ml)
2 colheres de sopa de manteiga
1 xícara (200ml) de fécula de batata
1/2 colher de chá de fermento em pó
sal a gosto
1/2 xícara de queijo ralado
1 ovo médio + 1 colher de chá de água
Numa panelinha coloquei a água, a manteiga e o leite e deixei que levantasse fervura. Joguei a mistura em cima da fécula com o fermento, misturei bem. Acrescentei o queijo e o sal, misturei o melhor que pude. Por último, o ovo, misturei mais um pouco. Untei as mãos com manteiga, fiz as bolinhas, coloquei numa assadeira coberta com papel manteiga e levei ao forno médio (pré-aquecido) por uns 15minutos.
As duas fornadas foram diferentes, na primeira fiz como a Akemi, só uma colher de manteiga e coloquei queijo picado e não usie as mãos para misturar a massa. Da segunda vez, não tinha queijo para picar, então foi só o ralado mesmo e no final trabalhei um pouco a massa com as mãos. Dos dois jeitos ficou muito bom, o João ainda colocou um pouco de manteiga. Na internet encontrei ainda quem tenha substituído por purê de batata em flocos de diz que deu certo. Tem também receitas com Arrozina e algo me diz que dá pra fazer com amido de milho também.
Então, com a ajuda dos pequenos, 30 minutos depois, 20 paes de queijo foram devorados. Menos de duas horas depois, outra fornada. O João chegou do trabalho, comeu os dois que se salvaram do ataque, e bom ... gostou tanto que pediu mais.
Lá vai a receita!
50ml de leite
3 colheres de sopa de água (45ml)
2 colheres de sopa de manteiga
1 xícara (200ml) de fécula de batata
1/2 colher de chá de fermento em pó
sal a gosto
1/2 xícara de queijo ralado
1 ovo médio + 1 colher de chá de água
Numa panelinha coloquei a água, a manteiga e o leite e deixei que levantasse fervura. Joguei a mistura em cima da fécula com o fermento, misturei bem. Acrescentei o queijo e o sal, misturei o melhor que pude. Por último, o ovo, misturei mais um pouco. Untei as mãos com manteiga, fiz as bolinhas, coloquei numa assadeira coberta com papel manteiga e levei ao forno médio (pré-aquecido) por uns 15minutos.
As duas fornadas foram diferentes, na primeira fiz como a Akemi, só uma colher de manteiga e coloquei queijo picado e não usie as mãos para misturar a massa. Da segunda vez, não tinha queijo para picar, então foi só o ralado mesmo e no final trabalhei um pouco a massa com as mãos. Dos dois jeitos ficou muito bom, o João ainda colocou um pouco de manteiga. Na internet encontrei ainda quem tenha substituído por purê de batata em flocos de diz que deu certo. Tem também receitas com Arrozina e algo me diz que dá pra fazer com amido de milho também.
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