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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Buenos Aires - Teatro Colon

*Depois de uma breve pausa, voltamos com os relatos da visita a Buenos Aires.*

Fazer a visita guiada do Teatro Colón era uma das coisas que há muito tinha vontade de fazer. Depois de ficar fechado por quatro anos para reforma o Teatro reabriu suas portas no ano passado como parte das comemorações do Bicentenário (o Teatro foi inaugurado para o Centenário). Os bilhetes estão a venda no local ou pela internet (não consegui fazer a compra). Nós chegamos ao meio dia e conseguimos bilhetes para 13:45, aproveitamos para comer algo no café (atendimento simpático, mas as opções fraquinhas, fraquinhas) e fomos dar uma olhada na entrada principal e a praça que fica em frente. A frente do Teatro é pela rua Libertad e não pela Av. Cerrito e para quem vai de metro é a estação Tribunales.
Apesar do Teatro ter sido reaberto, a reforma não terminou, agora estão trabalhando nos bastidores e nos porões, então todas as oficinas e atelieres estão fora do roteiro de visitas por enquanto. Segundo a agenda do teatro algumas áreas podem ou não ser visitadas. Em poucos lugares é permitido tirar fotos.
Normalmente, a visita começa pelo Foyer mas, no dia que fomos, o Foyer estava fechado por que estava sendo usado para a encenação de uma peça de vanguarda. Claro que foi possível ver o Foyer, de cima, do Salão Dourado. Para visitar o salão de espetáculos, ficamos apenas no balcão nobre, é que no palco ensaiavam uma ópera (foi bem legal ver 5min. do ensaio). Por conta do ensaio a guia não pode fazer as explicações de praxe, estas foram feita num salão ao lado, tudo muito interessante.
Para o João e eu a visita valeu muito a pena. E o Guilherme? Bom, ele se comportou muito bem (o passeio dura quase uma hora) ficou caladinho durante o ensaio e na hora que a guia explicou as coisas sobre o salão de espetáculo ele participou. Isso mesmo, minha gente, o Guilherme fez perguntas. Quem adivinha sobre o que? Não, não foi pra saber onde era o banheiro. A guia explicou que escondido na luminária do teto do teatro existe uma passadiço secreto que é usado em algumas apresentações, membros do coro ou da orquestra podem ficar lá em cima e que toda a sonoridade muda (em tempo: o Colón é conhecido por sua excelente acústica, todos os detalhes que fazem isso possível são levados em conta, então na hora de trocar a cortina, ela tem que não só ser similar a que sai, mas tem que pesar o mesmo, ser do mesmo tecido e por ai vai) eu fiquei imaginando como deve ser espetacular uma apresentação assim.
O Guilherme ouviu foi a palavra secreto. E começou a perguntar se a guia já havia ido até lá, como era e se ele não podia ir. Agora imagina o sucesso do pingo de gente! E o orgulho dos pais! E a guia também estava feliz, afinal, o programa é considerado "adulto" e ela logo no começo perguntou se ele não ia se entediar.

Para quem nunca fez a visita vale muito a pena, independentemente do que vai poder ser visto e como. Pra quem fez a visita antes da reforma vale a pena, mas  eu esperaria poder visitar os bastidores do teatro antes de voltar. Para quem vai com crianças, aproveite para chamar a atenção para os detalhes, as cores, os lustres, os vitrais, faça uma pequena "caça ao tesouro" para distrair um pouco durante o passeio, tudo fica mais fácil.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Férias - Parte II

Sim, viajamos de novo. Nossas férias haviam sido planejadas assim, precisávamos de uns dias em casa para resolver algumas coisas antes de seguir viagem. Queríamos mesmo era descansar, tomar um sol e conhecer um novo lugar. Desta vez ficamos 10 dias estacionados em um mesmo lugar (mais ou menos) nada de roteiro, visitas, museus, nada disso. Há muito o que visitar na ilha de Gran Canaria, mas não foi a isso que fomos. Guilherme curtiu, viu muitos animais bem de pertinho, no começo ficou meio encabulado, mas foi se soltando. Até do show de golfinhos participou, só não gostou da parte que foi molhado, mas paciencia, fazia um calor tão grande que secou ligeiro. Eu fiquei fascinada pela águia americana, um animal imponente até dizer chega, fico longos minutos só olhando as fotos.



terça-feira, 1 de junho de 2010

Amsterdam Dia IV

Este post estava "extraviado" nos rascunhos, como não percebi que não havia sido postado não sei. Com um pouco de atraso, vocês podem ver.



Sou uma apaixonada por jardins, flores e plantas. Gosto de ver e também gosto de trabalhar a terra, ver algo que plantei crescer. Quando isso não acontece fico verdadeiramente triste. Entre as flores que mais gosto estão as tulipas, lembro que quando morei na Noruega, já no final da temporada das tulipas, eu ganhei umas flores e para que elas durassem mais guardava quando não estava em casa na camara gelada (a maioria das casas na Noruega tem uma pequena despensa refrigerada, onde armazenam frutas, verduras, bebidas, embutidos e na minha casa flores.

Assim, no momento em que Amsterdam entrou no roteiro eu comecei a pesquisar um parque de flores, incialmente pensei que poderiamos alugar bicicletas e fazer um passeio por uma plantação aqui pertinho. A praticidade me levou ao Keukenhof Garden. Pegamos o trem na estação central até Lieden e de lá o onibus (tudo transporte publico) e em menos de uma hora estavamos por lá.
Tenho certeza que antes de entrar no parque João não botava muita fé, mas ele curtiu, o Guilherme AMOU e voltamos para o hotel no fim do dia cansados e felizes. Eu sonhei com flores e as cores dos jardins e acordei ainda mais disposta para o dia nublado e chuvoso de hoje (eu gosto de dias nublados e chuvosos, mas hoje foi ainda melhor!)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Noruega I

Depois oito anos, estou de volta a Noruega.

Chegamos e fomos direto para a hytta (uma cabana) de Hilde e Erik Johan em Hvaler. Chegamos a noite e pouco deu pra ver do lugar, sabia que era bonito por que havia visto fotos, mas só isso... no dia em que deveria haver uma tempestade, tivemos sol e calor.Todo mundo por aqui deixou bem claro que já estava mais do que na hora de isso acontecer, por mim podia nevar, mas não acho que isso deva acontecer.


E assim, passamos um fim de semana pra lá de relaxante, com muitos passeios (por aqui se diz que não há tempo ruim, só roupas inadequadas, a mais pura verdade). Chegou a hora de rumarmos para a civilização e as comemoração do 17 de maio, dia da independencia da Noruega. Para mim é uma comemoração muito especial. Chegamos a cogitar passar o dia em Oslo, mas depois cheguei a conclusão que com o Guilherme seria melhor algo mais tranquilo. Assim, fomos para Dramen e passamos o feriado em família, como é a tradição por aqui.

E assim, chegamos em Oslo. Nosso primeiro dia começou muito cedo e assim nos demos ao luxo de uma bela caminhada até o Vigeland Park. Guilherme voltou a dormir e nos curtimos o começo de um dia de sol. O parque é lindo e tem milhares de opções para os pequenos, em dias de sol, dá pra sentar na grama e comer um lanche numa boa.


Hoje, foi a vez de ir até a Viking ship huset e o Norsk folkemuseum. Guilherme se empolgou (até demais) com tudo. Por sorte entendeu quando foi hora de ir embora.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Bruxelas I

Amanhã partimos para Oslo (via Amsterdam). Havia pensado em manter o ritmo diário de posts enquanto em Bruxelas, mas a verdade é que passar o tempo no computado nem sempre é agradável e bom ... pode ser extremamente antissocial. Os dias aqui foram MARAVILHOSOS e pude rever amigos que não via há alguns anos e outros que estava simplesmente com saudades. Ficamos hospedados na casa da Ariane e do Neto, é muito bom ter uma pausa no ritmo de hotel. Também revi a Kata, uma amiga hungara de infancia, e conheci sua família. Guilherme brincou até de madrugada com a Sofia. Passeamos muito pela cidade, realmente é muito bonita. O clima ainda é de inverno, apesar de estarmos em plena primavera! Para nós isso não é ruim, muito pelo contrario, mas dá pra perceber que as pessoas que moram aqui já estão cansadas e queriam um pouco de sol. O tempo, fez com que nossos planos fossem alterados, mas a vida é assim mesmo. Depois coloco as fotos aqui, agora vou ali conversar.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Um pouco mais de Antuerpia


Ontem na hora do almoço encontramos com a Ariane, o Neto e a Marion. E assim passeamos pelas ruas de Antuerpia e assim, ao invés de irmos para o Zuremborg, fomos até a Catedral e a praça principal, com a curiosa fonte e as casas representativas de cada uma das guildas, depois fomos até o canal e depois ao pequeno castelo que funciona como museu da marinha. Na hora em que nos dirigiamos para o Zoo Guilherme dormiu e achamos melhor pegar as malas no hotel e seguir viagem para Bruxelas.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Amsterdam Dia V

Como já adiantei, nosso quinto dia em Amsterdam foi chuvoso, mas nada que impedisse a nossa programação. Aproveitamos para fazer tudo a pé. Começamos com uma caminhada até a Casa de Rembrandt (a casa, não o museu). No caminho passamos por uma parte do Red Light District (depois vem um post especifico sobre as minhas impressões).



Eu gosto de visitar casa e ver como viviam as pessoas antigamente, tenho particular interesse pelas cozinhas e acho engraçado ver as instalações sanitárias, ou a ausência delas. A história de Rembrandt é bem interessante e a casa pode ser visitada em uma hora. O único alerta é que a casa não é acessível a cadeirantes nem carrinhos de bebê. Os cadeirantes não sei como fazem, mas com os pequenos é simples, já que o passeio não exige demais nas escadas os que já andam podem ir com cuidado, os menores, vão no colo, sling ou canguru, numa boa. Nada que acabe com as costas dos pais.

A idéia era ver se o tempo melhorava um pouco para irmos ao Zoológico, mas isso não aconteceu. Fomos mesmo assim, afinal, estavamos vestidos adequadamente e no local há inumeras atraçoes cobertas, como o borboletário, o insectário, o aquário, o planetário e chegando lá descobrimos que os animais mais populares tem um espaço fechado que também pode ser visitado. O zoo data de 1838 e é um modelo bem tradicional, completamente acessível para quem tem qualquer dificuldade de locomoção e para quem não levou carrinho, há disponíveis de graça, você precisa colocar uma moeda de 2 euros que é devolvida depois.

Ah! Cortamos o cabelo do Guilherme, ele viu no zoo um menino com o cabelo "grande" e ele pediu para deixarmos o cabelo dele crescer. Vamos ver como operacionalizar isso, o menino realmente tinha o cabelo como o do Guilherme estava, mas não tinha nem 1/3 da quantidade de cabelo do Guilherme. Veremos, veremos ...

Hoje, seguimos viagem. Não sei como será nosso acesso a internet nos próximos dias. Assim, se passar uns dias sem postar não se preocupem.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Amsterdam III




Ontem também foi dia de festa aqui na Holanda. Dia 5 de maio foi o dia em que tropas canadenses libertaram o país dos nazistas. Assim, a cidade esteve repleta de atividades. Nós aproveitamos para caminhar e fazer um passeio de barco pelos canais. A cidade é realmente muito pequena a impressão é de que nos mapas as distancias são maiores. Um dos locais por onde passamos foi o mercado de flores, incrivel a quantidade de bulbos e sementes disponíveis. A vontade de já comprar a base de um jardim que não tenho são enormes, mas as bichinhas não sobreviveriam uns 60 dias num container. As sementes provavelmente sim, os bulbos acho que não teriam a minima chance, mas vou perguntar. Mas o que a família e amigos quer ver são as fotos, então, ai vai uma amostra.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Nationale Dodenherdenking

Uma multidão em silencio é emocionante!

Dia 4 de maio é o Memorial Day aqui na Holanda, na tradução que eles fazem para o inglês o dia se chama , Remembrance Day. O dia não é feriado, mas há uma série de solenidades que acontecem ao longo do dia. O ponto alto das atividades acontece as oito da noite, com a participação da família real holandesa, que deposita coroas de flores relembrando os militares mortos durante as duas grandes guerras, principalmente a segunda. Antes do falatório, são feitos dois minutos de silêncio, e numa praça lotada, não se escuta nem um choro de criança, até que ...

Ao longe se escuta um grito. Na hora, pensei que, em qualquer outra hora, poucos ouviriam aquele grito. Logo depois, um barulho que poderia ser um metal caindo, um tiro, ou sei lá mais o que. E então a correria, um pequeno panico, uma mãe pega o bebê do carrinho e sai correndo, a outra filha chora ... um rapaz ajuda o João a levantar o carrinho com o Guilherme sonolento, eu pego a outra ponta...na verdade João queria ficar onde estava, protegido da multidão perto das bicicletas. Rapidamente, tudo volta ao normal e a família real segue no lugar como se nada.


Segundo os jornais, a confusão toda foi causada por um homem, que no meio da cerimonia decidiu reclamar, gritar e bom ... no meio de dois minutos de silencio, todo mundo ouviu. Uma pessoa ao lado, partiu pra cima do cara (deve ter pensado se tratar de um atentado e fez o que deve ser feito, afinal se você está do lado do homem bomba você vai morrer, então trate de salvar de outro alguém). Na confusão uma pessoa abandonou uma mala (a policia foi lá pegar a cavalo - nos vimaos a policial entrar e sair galopando com a mala na mão) e uma jovem desmaiou e já viram.
Mas a família real como se nada tivesse acontecendo, o que eu acho muito do certo.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Férias!

Pois é, já pegamos a estrada de novo!

Nossa viagem começou a uma da matina de domingo. Enquanto esperavamos no aeroporto da Praia pela saída do nosso voo. Um canal local passava Avatar, pergunto se não será o primeiro canal de TV aberta do mundo a passar o filme. Foi bom para passar o tempo enquanto o Guilherme brincava com seus carrinhos, o porta carrinhos é bem legal!

O voo atrasou pouco, 20 minutos, mas foi o suficiente para que perdessemos a nossa conexão para Amsterdam e nossa parada de um hora em Lisboa, virar uma parada de 6 horas. Fizemos o nosso melhor para passar o tempo, relaxar e ... dormir ... afinal a nossa noite de sono teve 3 horas picadas de sono. Guilherme continuou seu sono num sofá e João conseguiu dormir um pouquinho também. Infelizmente, o carrinho não pode ser entregue e Guilherme caiu no sono antes de encontrarmos a sala VIP que aceita clientes pagantes.


Chegamos em Amsterdam e encontramos a cidade do jeito que gostamos, chuva e um frio de rachar. O hotel é bem localizado e temos uma bela vista do quarto. Como chegamos já a noitinha, saímos para comer algo e ver um pouco a paisagem. Vimos os famosos cafés, perto de alguns o que se repara primeiro é o cheiro quando a porta é aberta. O melhor foi eu ser parada emfrente a um restaurante argentino por uma turista que queria saber se era um café e fazia o gesto de fumar, ela devia estar muito, muito desesperada.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Férias - Parte III

João morou nos EUA nos idos da década de 1990 lá estava ele no sul de Indiana. Uma visita aos "pais" era obrigatória, mas a irmã estava morando no Colorado e não haviamos decido se iriamos ou não visitá-la. Só que ela seu mudou para a Carolina do Sul (quase Carolina do Norte) pouco antes de chegarmos e, com a viagem agora seria de carro, incluímos uma descida até lá para rever/conhecer ela e a família. Incrível como as vezes encontramos pessoas que parece conhecermos de uma vida, pois com eles foi assim.
Como o objetivo era visitá-los aproveitamos para ficar com eles mais do que passear e como eles são novos na região sabiam tanto quanto nós sobre as opções de lazer. Via google descobri que em Charlotte (Carolina do Norte) há um Discovery Place e as crianças grandes e pequenas adoraram. Guilherme vibrou com uma exposição sobre tesouros maritimos e piratas. Andou comigo num simulador de tornado, brincou com blocos de madeira, desenhou usando um pendulo foi uma curtição. Ele e o "primo" de 6 anos se deram superbem e Guilherme acabou aprendendo algumas coisas de menino grande brincando no parquinho, inclusive caçou insetos e camaleões.



De lá rumamos para Vincennes, Indiana, pegamos as dicas da estrada com a Addy, que 10 dias antes havia feito o trecho em sentido contrario e ficamos sabendo de um desvio enorme por conta de um deslisamento de pedras. Assim, um dos trechos mais bonitos, que era passar pelas Smoky Montains foi feito de noite e minha atenção estava voltada para as indicações do desvio e menos para tirar fotos quando ainda tinhamos luz. Tinhamos programado um pernoite em Nashville, que ninguém é de ferro.
A capital da musica Country é um lugar lindo! Além de dormir, ficamos algumas poucas horas na cidade e fomos visitar o Parque do Bicentenário. Um lugar super agradável, foi lá que tirei as fotos da flor de cerejeira, lembram? O memorial da Segunda Grande Guerra é muito bonito. Vizinho fica o mercado local, o Farmers Market. Se com meia duzia de bancas abertas o lugar é bom, imagino quando está tudo cheio! Nunca imaginei ver tantas variedades de maçãs e aboboras em um só lugar. Se comprei algo por lá? Claro que sim, mas sobre isso vou falar a seu tempo. Num dos restaurantes do mercado provei um pouco da culinária Cajun, um gumbo de camarões com quiabo. Tava tão bom!


Depois disso pegamos a estrada de novo, rumo a "cidade do João". Vincennes é como eu imaginava e não deixa de ser uma típica cidadezinha do interior dos EUA. Por lá passamos dias descontraídos e Guilherme adorou os "avós" americanos e assim os chamou desde o primeiro momento, sem que nada lhe fosse dito. Passeamos um pouco, conversamos e comemos. De novo a sensação de que os conheço desde sempre.


De lá pegamos a estrada rumo a Pensilvânia, com pernoite em Columbus, Ohio. Desta vez foi só pra dormir mesmo, perdemos a hora e quando acordamos tinhamos que pegar a estrada. Sobre as proximas paradas, conto amanhã.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Férias - Parte II

Dirigir nos EUA é fácil, mas a tecnologia faz com que nos deparemos com alguns "absurdos". Por lá os carros vem em sua maioria com "cruise control", que nada mais é do que um mecanismo que mantem a velocidade do carro constante sem a necessidade de pisar no acelerador e, juntamente com o cambio automático, faz com que digirir por lá seja mais... tranquilo, vamos dizer assim. Mas como tem gente que abusa, por lá pode falar ao celular dirigindo em 43 dos 50 estados (eu continuo achando perigoso e se um dia morar por lá vou continuar não atendendo celular ao volante), só que a coisa já atingiu um outro nível e as empresas de telefonia "lembram" os clientes que tudo bem falar, mas nada de ficar mandando mensagens SMS, e eu vi gente "texting" ao volante. Também vi motorista com uma revista/jornal no volante, vendo TV/DVD, brincando com o GPS e por ai vai. Isso em estradas onde a velocidade permitida é de uns 110 km/h e a maioria está a 120km/h, não é no engarrafamento não, é em alta velocidade mesmo.
Foi assim que ocupei o tempo na estrada até Washington, prestando atenção nos outros! A paisagem de outono é fantástica! Pena que nas estradas nem sempre dá pra parar quando vemos uma paisagem que agrada e as paradas para descanso não são nos lugares mais bonitos.


Como já antecipei adoramos Washington. A cidade foi uma brisa fresca! Inagurada em 1800, é planejada e em vários pontos fica claro onde Lucio Costa se inspirou. DC não é grande de tamanho, mas tem tanta coisa para se ver, o "básico" dá pra ver bem em dois dias, desde que não se entre em nenhum dos museus do complexo Smithsonian, onde fácil, fácil se passa um dia. Todos os museus Smithsonian são de graça e nos que entramos (Historia Americana e no Aeroespacial) há várias atividades para os pequenos de todas as idades, imagino que nos demais também seja assim.
O melhor de Washington foi ficar ao ar livre, sentir o vento de outono e passear pelos Monumentos. Nos deixamos o carro estacionado e compramos um tour de Bonde, no esquema "hop in, hop off" e valeu a pena. Os motoristas também são guias e foi assim que descobrimos que a torre do antigo predio dos correios tem umas das melhores vistas da cidade. Também foi assim que o João descobriu que muitos dos passeios que ele vez quando esteve na cidade há 14 anos não estão mais disponíveis depois dos atentados de Oklahoma e do 11 de setembro.
Um passeio que vale a pena é o de Georgetown, o bairro chique da capital americana, com suas casas (na verdade mansões) de tijolo, suas charmosas ruas comerciais e os restaurantes. É onde está a Universidade e também a Catedral. È lá também que está esta charmosa casinha, -inha mesmo. Segundo o guia não tem nem cozinha (não serve pra mim!) e é a casa mais estreita do bairro, não lembro a largura. Recentemente, foi vendida por 400 mil dólares.


terça-feira, 24 de novembro de 2009

Férias - Parte I

Nossa viagem começa em Lisboa, onde ficamos dois dias. A idéia era ver alguns amigos e comprar alguma roupa de frio para o Guilherme. Além disso, fizemos um belo passeio pelo Castelo de São Jorge a pedido do pequeno, comemos comida indiana em Martins Moniz, fomos ao Café Versailles (uma estravagância!) e também ao ... como é mesmo o nome do lugar? Alguma coisa com moinho ... lembrei, Moinho D. Quixote, em Sintra, lindo o lugar e boa a comida.


De lá rumamos para os EUA. Nossa primeira parada foi Nova Iorque. No roteiro, Central Park, Childrens Museum(que achei fraco), Museu de História Natural, o zoo do Central Park (que não tem leão, nem zebra, nem girafa, nem hipopotamo, mas super recomendo. É pequeno e não cansa os menores) , Battery Park, Liberty Island, Elis Island, F.A.O. Schwarz, Times Square, Flatiron, ONU, Rockefeller Center e ainda vimos um pouco da maratona! Isso dividido em duas etapas.

Teve o Halloween, que o Guilherme adorou! Estamos hospedados na casa de amigos e o Guilherme saiu "trick or treating", mas pra ele a graça era mesmo pedir, depois não deu muita bola pros doces não (risos). AH! e teve o super corte de cabelo do pequeno, como tem cabelo esse menino!


Então chegou a hora de pegar a estrada e rumar para Washington DC. A cidade é tudo que o João e meu pai sempre falaram. Ruas largas, limpo até dizer chega, e é exatamente como vemos na TV. Ao contrario de Nova Iorque, eu achei que só o Times Square é como na telinha, as coisas coisas são mais "apertadinhas". Sobre DC eu falo amanhã.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Férias - o começo do fim



Nosso último dia em Nova Iorque foi dedicado a conhecer bem de perto o lugar que marcou o inicio de uma nova vida para os milhares e milhares e imigrantes que vieram para os EUA no final do séc. 19 e início do séc.20 sonhando com uma nova vida, um recomeço. João e eu curtimos muito o passeio (fora a parte das escadas, no site bem que podiam avisar que o elevador está quebrado) e o Guilherme agora é um Júnior Ranger. Um dia ao ar livre é tudo de bom antes de muitas horas de aeroporto e voo!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Turkish Delight


A primeira vez que ouvi falar foi no programa da Nigella, mas era o Turkish Delight Syllabub. Confesso que fiquei curiosa, mas esqueci do assunto. Depois, acho que já aqui em Praia, vi um pedacinho do Contos de Narnia, justo a parte em que a Rainha oferece ao garoto um Turkish Delight, a satisfação do garoto é tamanho que eu decidi que tinha que provar. Um amigo foi de férias para a Turquia e perguntou ao João se ele queria algo. João não teve dúvidas quanto ao que queria e foi assim que em Fevereiro fui apresentada ao Turkish Delight! Os melhores que comi até agora, diga-se de passagem. Então quando fomos a Turquia compramos algumas caixas para mandar para a família no Brasil. Ficamos com três em casa, já tá acabando. Então hoje resolvi procurar a receita e ver se era algo que eu dou conta de fazer e acho que sim. Vou pesquisar um pouco mais e quando testar coloco aqui. As duas receitas que achei mais interessantes foram estas http://uktv.co.uk/food/recipe/aid/516651 http://mideastfood.about.com/od/dessertssweetspastries/r/turkishdelight.htm


Turquia


Depois de uma pausa forçada nos relatos da viagem, volto agora para contar como foi a Turquia!
Istambul é uma cidade muito interessante e com certeza vale a pena um dia voltar lá e ficar mais tempo, mas Bodrum foi disparado meu destino favorito (Ok, quase empata com Rodes!) A primeira coisa que me chamou a atenção foi a tranquilidade do local, a cidade é um badalado destino turistico e estava cheia de gente, mas incrivelmente não havia barulho, sabe aquele burburinho, nada. Uma delícia! Foi lá que fomos apresentados a uma outra cultura de compras: a do assédio e da pechincha. Em Bodrum há um museu de arqueologia marinha que fica em um castelo construído no tempo das cruzadas. Lindo o lugar!



De lá seguimos viagem para Kuçadasi. Cidade interessante, mas já bem diferente de Bodrum. Os vendedores só faltam de puxar pra dentro das lojas e algumas lojas "convidam" os clientes com a garantia de que não serão assediados pelos vendedores. As placas de Genuine Fake foram minhas favoritas, muitas das falsificações são de qualidade e pode se pagar caro por uma "marca", eu acho um absurdo isso, mas tem gente que acha que vale a pena. O porto de Kuçadasi foi o único que paramos que tinha um shopping (a maioria não tinha nada além de lojas de lembrancinhas, alguns tinham freeshop) e não era pouca coisa não, tinha lojas de marca mesmo, Lacoste, Diesel, Longchamps e outras tantas.



O último trecho da viagem foi também o mais longo. Foram 24 horas navegando! O momento que poderia ser o mais interessante da viagem foi a travesseia pelo estreito de Dardanelos, mas no trecho mais estreito ainda estava escuro e eu nem tentei sair da cama pra ver. João se levantou para ver, mas diz não ter valido a pena. Uma próxima vez quem sabe não passamos por lá de dia! A chegada a Istambul muda completamente a perspectiva da coisa. De uma hora pra outra o navio deixa de ser o navio e passa a ser mais um navio, tentei contar quantos navios via e não deu ... olhei para o lado e avistei a Mesquita Azul e Santa Sofia, não tem erro.


Chegamos em pleno domingo e seria nossa única chance de visitar Santa Sofia já que ela está fechada as segundas. Então nossa missão era enfrentar uma multidão de turistas e eu estava disposta a isso, não me perdoria, mami não me perdoaria. Valeu a pena! O lugar impressiona visualmente, claro, é grande, bonito e tudo mais, mas para mim o que impressiona é pensar que o lugar tem quase 1500 anos, o que aquelas paredes não viram passar. Uma basília que já com 900 anos virou mesquita e depois foi transformada em museu, por Ataturk, em 1935. AO ser transformada em mesquita a basília sofreu grandes intervenções, além dos minaretes construídos na parte externa, na parte interna foram construídos um Mihrab e um Minbar para atender as necessidades dos muçulmanos. Para mim, a maior intervensão foi cobrir com emplastro grande parte dos mosaicos, já que o islã condena a representação da figura humana, antes disso os mosaicos sofreram saques durante as cruzadas.


Uma das coisas que eu não sabia que havia em Santa Sofia era o pilar de São Gregorio Taumaturgo. Lá tem um furo numa chapa de cobre e dizem que se você rodar o dedo e ele sair molhado você terá um milagre. Eu só descobri isso depois de ter colocado o dedo e não consigo lembrar se o dedo saiu seco ou molhado, eu diria umido (eca!) e eu só fui lá porque achei engraçado ;)


Depois de Santa Sofia fomos rumo a Mesquita Azul (que estava LOTADA por ser domingo e por estar perto da hora da principal oração do dia) eu levei um lenço para cobrir a cabeça e eles tem uns azuis por lá para as visitantes, mas a maioria ignora o pedido de cobrir a cabeça e muitas olham com cara de Dã quando na porta pedem para cobrir as pernas ou os ombros antes de entrar. Eu cobri a cabeça, Guilherme viu e quis imitar, pegamos um lenço para ele, ele não gostou muito, tirou o dele e puxou o meu :) A visita foi meio perturbada pela impaciencia do Guilherme, e a preocupação do João por que minha cabeça não estava coberta, mesmo sendo visível que era o pequeno que puxava o lenço. A mesquita é muito bonita, os mosaicos de Izmir, o tapete, mesmo ela tendo comemorado vários centenários parece novinha em folha ao lado de Santa Sofia. Os jardins da Mesquita merecem destaque, naquele domingo quente de primavera estavam lotados, no dia seguinte passamos em frente e parecia outro lugar.
Terminamos o dia visitando a Cisterna da Basílica, a maior cisterna construida no periodo bizantino, suas colunas vieram de templos pagãos romanos. Os otomanos só descobriram sua existencia cem anos depois de tomar Constantinopla quando perceberam os moradores tirarem água e peixes de seus porões.
Nosso último dia na cidade foi dedicado a visitar o Palácio de Topkapi. O harém é uma visita a parte e que vale a pena. Merece destaque a sala com relíquias religiosas e as salas dos tesouros. Depois rumamos para o Grande Bazar, tudo muito limpo e organizado e com cara de atração turistica. Verdade que vimos muito pouco do bazar, não cheguei nem na parte das especiarias. Mas já era hora de voltar para o navio, pegar as malas e rumar para o aeroporto. By the way, o aeroporto de Istambul fica já na Ásia e demora uma hora e pouco para chegar lá do centro da cidade.

domingo, 17 de maio de 2009

Férias!

A listinha com lembretes para a Carla já está na porta da geladeira junto com dinheiro para emergências.
Já espalhei tigelas estras de água pelo apartamento.
Coloquei as toalhas sujas na máquina.
João já foi ao aeroporto fazer check in.
Guilherme ainda dorme.
E eu já queria estar a caminho das minhas férias
O roteiro é o seguinte:
17 de maio - Madrid
18 de maio - Atenas
20 de maio - Creta
21 de maio - Rodes
22 de maio- Bodrum (Turquia)
23 de maio - Kusadasi (Turquia)
24 e 25 de maio - Istambul
25 a 27 de maio - Madrid

SIM! Vamos fazer um cruzeiro!!!!

Ah! Hoje é 17 mai. dia da independência da Noruega!!!!!!!!!!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Voltei!

Havia preparado um longo post sobre as super férias, o Natal, o Reveillon, a viagem a Argentina, as saudades matadas, mas deixei para lá. Era tanta coisa que o texto ia parecer novela mexicana precisando de roteirista.
A questão é que as Festas de Fim de Ano foram corridas demais da conta, teve até o batizado do Guilherme no dia 30 de dezembro!!! Fora que acabo fazendo o que não quero e deixo para lá o que quero fazer, quem sabe no ano que vem fico em casa para as festas ;) E olha que foram duas semanas, mas minha agenda sempre é negligenciada :)
Depois de uns dias em casa, refizemos as malas e fomos para a Argentina. A viagem foi ótima e o Guilherme também aproveitou tenho certeza.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Férias

Cheguei a conclusão que preciso, urgente de férias.
Desta vez nenhuma viagem, preciso mesmo é do ócio.