Outro dia voltando da casa de sua melhor amiga Guilherme me pergunta:
- Mãe, por que eu não tenho uma irmã?
- Porque a mamãe e o papai só sabem fazer menino! (ia dizer o que?)
- Então pratica!
- E como é que pratica fazer menina Guilherme? (confesso senti um misto de curiosidade e medo da resposta dele)
- O papai coloca a "sementinha" na sua barriga e pronto. (sim, eu apelei pra historia da sementinha pra explicar como os bebes entram nas barrigas das mamães)
- Mas vai ser outro menino.
- Não tem problema, tenta de novo!
- E se for mais um menino? Como vamos fazer?
- Compra um onibus!!!
Ri muito e a conversa mudou o rumo
AH! Tá, por que o transporte é o único problema em uma casa com muitos filhos.
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segunda-feira, 11 de junho de 2012
quinta-feira, 30 de junho de 2011
O passado: High-need baby
Nem lembro se alguma vez comentei por aqui que o Guilherme dava muito trabalho para dormir e acordava várias vezes durante a noite, mesmo depois de não mamar mais. Foram quase quatro anos até encontrarmos um ritmo e uma rotina que fosse boa para todos na casa. Ele continua sendo duro na queda, mas depois que eu leio uma história dou boa noite e ele fica no quarto até dormir. As vezes ele sai, claro que dar uma "olhadinha" no que os adultos estão fazendo é tentador, levamos ele de volta para o quarto, beijinho, carinho e quase sempre funciona.
Quando Guilherme nasceu ele era bastante inquieto e já dormia menos do que o esperado para um recém nascido. Relatos dos meus pais e dos pais do João dão conta de que nós, os dois, eramos assim. Então, ou era coisa de primeiro filho, ou ele havia saído aos pais. Ainda assim, ficava a questão do como lidar com o "problema", foram vários livros, conselhos, palpites ... A preocupação não eram as noites em claro, era o fato dele dormir menos, bem menos do que é considerado necessário para bebês. Foi ai que descobri dois livros que acho importantes para todos os pais (Soluções para noites sem choro e o Bebe mais feliz do pedaço), devorei os livros e me identifiquei com as idéias. Para algumas coisas já me pareceu meio tarde, para outras ainda havia tempo. Aos dois meses, como por um passe de mágica, ele começou a dormir a noite toda (leia-se dormia umas 12 horas, com um intervalo para mamar) durante o dia "sonecavamos" na rede e tudo parecia bem. Haveriamos encontrado o ritmo?
Com a minha volta ao trabalho tudo mudou e piorou. As noites eram picadas e praticamente não dormia durante o dia. Uma pediatra chegou a dizer ao João que o bebê estava me "chantageando" (contei isso aqui). Quando começou na creche ele deu uma melhorada nas sonecas diurnas, mas era o bebe que menos dormia do berçário. As noites continuavam na mesma por um bom tempo. Foi mais ou menos nessa época que encontrei o conceito de "High-need babies" e que se encaixava como uma luva. Na verdade o relato do Dr. Sears sobre a filha era quase como o nosso, com a diferença que para nós era o primeiro filho, para ele o quarto. Hoje, relendo o quadro no final, vi as características por faixa etária, e o menino Guilherme é tal e qual e já vejo algumas coisas do futuro Guilherme. O texto em inglês dá mais detalhes sobre cada uma das características e traz links interessantes no final.
Sei que com 11 meses melhorou e voltou a uma acordada por noite. Mas já não dormia quase nada durante o dia, soneca é para os fracos, parecia ser o lema do pequeno. E assim fomos ... Com dois anos ele já não mamava e não dormia nenhuma soneca durante o dia e as noites não eram assim uma Brastemp maravilha, mas eram muito melhores. Nesse momento muitas coisas aconteceram, ele esteve doente, mudamos para Cabo Verde, em fim ... e tivemos que recomeçar. E foram muitos recomeços até chegar ao formato atual.
De tudo o que passamos eu digo que desabafar é preciso, mas os ouvidos devem ser muito bem escolhidos, travestidos de conselhos e dicas vem comentários muito crueis. Se a solução encontrada não é nada ortodoxa, mais cuidado ainda.
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Hábitos e vícios
Ontem, a caminho do mercado o Guilherme reparou que no carro ao lado o motorista fumava e perguntou por que ele fumava dentro do carro. Não era a primeira vez que via alguém fumando, em Cabo Verde temos amigos que fumam, o marido da minha tia fuma cachimbo, mas por algum motivo o senhor fumando no carro chamou a atenção do menino.
Explicamos que há pessoas que tem hábitos que se tornam tão importantes que a pessoa já nem liga se faz mal para a saúde ou não. E como exemplo usei o fato de o pai beber muita Coca-cola mesmo sabendo que não é nada saudável. Para algumas pessoas, o hábito passa a ser tão importante que passa a ser a coisa mais importante.
E pra levar o tema ao universo do pequeno falei que agora no inverno ele está com o hábito de cutucar o nariz, mesmo sabendo que é feio. Após uns segundos de silencio ...
- eu tenho o hábito de comer "mocos*"!
Gargalhada geral na fileira da frente.
*mocos = meleca
Explicamos que há pessoas que tem hábitos que se tornam tão importantes que a pessoa já nem liga se faz mal para a saúde ou não. E como exemplo usei o fato de o pai beber muita Coca-cola mesmo sabendo que não é nada saudável. Para algumas pessoas, o hábito passa a ser tão importante que passa a ser a coisa mais importante.
E pra levar o tema ao universo do pequeno falei que agora no inverno ele está com o hábito de cutucar o nariz, mesmo sabendo que é feio. Após uns segundos de silencio ...
- eu tenho o hábito de comer "mocos*"!
Gargalhada geral na fileira da frente.
*mocos = meleca
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
Buenos Aires - Teatro Colon
*Depois de uma breve pausa, voltamos com os relatos da visita a Buenos Aires.*
Fazer a visita guiada do Teatro Colón era uma das coisas que há muito tinha vontade de fazer. Depois de ficar fechado por quatro anos para reforma o Teatro reabriu suas portas no ano passado como parte das comemorações do Bicentenário (o Teatro foi inaugurado para o Centenário). Os bilhetes estão a venda no local ou pela internet (não consegui fazer a compra). Nós chegamos ao meio dia e conseguimos bilhetes para 13:45, aproveitamos para comer algo no café (atendimento simpático, mas as opções fraquinhas, fraquinhas) e fomos dar uma olhada na entrada principal e a praça que fica em frente. A frente do Teatro é pela rua Libertad e não pela Av. Cerrito e para quem vai de metro é a estação Tribunales.
Apesar do Teatro ter sido reaberto, a reforma não terminou, agora estão trabalhando nos bastidores e nos porões, então todas as oficinas e atelieres estão fora do roteiro de visitas por enquanto. Segundo a agenda do teatro algumas áreas podem ou não ser visitadas. Em poucos lugares é permitido tirar fotos.
Normalmente, a visita começa pelo Foyer mas, no dia que fomos, o Foyer estava fechado por que estava sendo usado para a encenação de uma peça de vanguarda. Claro que foi possível ver o Foyer, de cima, do Salão Dourado. Para visitar o salão de espetáculos, ficamos apenas no balcão nobre, é que no palco ensaiavam uma ópera (foi bem legal ver 5min. do ensaio). Por conta do ensaio a guia não pode fazer as explicações de praxe, estas foram feita num salão ao lado, tudo muito interessante.
Para o João e eu a visita valeu muito a pena. E o Guilherme? Bom, ele se comportou muito bem (o passeio dura quase uma hora) ficou caladinho durante o ensaio e na hora que a guia explicou as coisas sobre o salão de espetáculo ele participou. Isso mesmo, minha gente, o Guilherme fez perguntas. Quem adivinha sobre o que? Não, não foi pra saber onde era o banheiro. A guia explicou que escondido na luminária do teto do teatro existe uma passadiço secreto que é usado em algumas apresentações, membros do coro ou da orquestra podem ficar lá em cima e que toda a sonoridade muda (em tempo: o Colón é conhecido por sua excelente acústica, todos os detalhes que fazem isso possível são levados em conta, então na hora de trocar a cortina, ela tem que não só ser similar a que sai, mas tem que pesar o mesmo, ser do mesmo tecido e por ai vai) eu fiquei imaginando como deve ser espetacular uma apresentação assim.
O Guilherme ouviu foi a palavra secreto. E começou a perguntar se a guia já havia ido até lá, como era e se ele não podia ir. Agora imagina o sucesso do pingo de gente! E o orgulho dos pais! E a guia também estava feliz, afinal, o programa é considerado "adulto" e ela logo no começo perguntou se ele não ia se entediar.
Para quem nunca fez a visita vale muito a pena, independentemente do que vai poder ser visto e como. Pra quem fez a visita antes da reforma vale a pena, mas eu esperaria poder visitar os bastidores do teatro antes de voltar. Para quem vai com crianças, aproveite para chamar a atenção para os detalhes, as cores, os lustres, os vitrais, faça uma pequena "caça ao tesouro" para distrair um pouco durante o passeio, tudo fica mais fácil.
Normalmente, a visita começa pelo Foyer mas, no dia que fomos, o Foyer estava fechado por que estava sendo usado para a encenação de uma peça de vanguarda. Claro que foi possível ver o Foyer, de cima, do Salão Dourado. Para visitar o salão de espetáculos, ficamos apenas no balcão nobre, é que no palco ensaiavam uma ópera (foi bem legal ver 5min. do ensaio). Por conta do ensaio a guia não pode fazer as explicações de praxe, estas foram feita num salão ao lado, tudo muito interessante.
Para o João e eu a visita valeu muito a pena. E o Guilherme? Bom, ele se comportou muito bem (o passeio dura quase uma hora) ficou caladinho durante o ensaio e na hora que a guia explicou as coisas sobre o salão de espetáculo ele participou. Isso mesmo, minha gente, o Guilherme fez perguntas. Quem adivinha sobre o que? Não, não foi pra saber onde era o banheiro. A guia explicou que escondido na luminária do teto do teatro existe uma passadiço secreto que é usado em algumas apresentações, membros do coro ou da orquestra podem ficar lá em cima e que toda a sonoridade muda (em tempo: o Colón é conhecido por sua excelente acústica, todos os detalhes que fazem isso possível são levados em conta, então na hora de trocar a cortina, ela tem que não só ser similar a que sai, mas tem que pesar o mesmo, ser do mesmo tecido e por ai vai) eu fiquei imaginando como deve ser espetacular uma apresentação assim.
O Guilherme ouviu foi a palavra secreto. E começou a perguntar se a guia já havia ido até lá, como era e se ele não podia ir. Agora imagina o sucesso do pingo de gente! E o orgulho dos pais! E a guia também estava feliz, afinal, o programa é considerado "adulto" e ela logo no começo perguntou se ele não ia se entediar.
Para quem nunca fez a visita vale muito a pena, independentemente do que vai poder ser visto e como. Pra quem fez a visita antes da reforma vale a pena, mas eu esperaria poder visitar os bastidores do teatro antes de voltar. Para quem vai com crianças, aproveite para chamar a atenção para os detalhes, as cores, os lustres, os vitrais, faça uma pequena "caça ao tesouro" para distrair um pouco durante o passeio, tudo fica mais fácil.
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Guilherme
De manhã, fazendo as entregas matutinas (leia-se: levar João ao trabalho e Guilherme ao clube) me despeço do João com um beijo enquanto ele aproveita o sinal vermelho para descer do carro. Do banco de trás escuto algo assim:
- Eca!
- o que foi Guilherme? (já rindo)
- o beijo.
- o que tem o beijo? Vc outro dia não queria beijar a boca da mamãe?
Silêncio
- um dia você vai encontrar alguém e também vai querer beijar.
- para de falar isso mãe! (indignadíssimo)
Seguimos nosso caminho ao clube, para a colonia de férias. Na hora da despedida:
- eu ganho um beijo?
- um abraço!
E me deu um super abraço.
Sério, o menino nem completou 5 anos e já está nessa fase? Pensei que teria , sei lá, mais uns dois anos pela frente. Paciência.
****************************
E falando em Guilherme.
Ontem, ele me pergunta:
- mãe, enquanto a gente está aqui na Argentina, podemos visitar Cabo Verde?
- Sim meu filho, claro que podemos, umas férias podemos ir.
- mas não quero ir de avião
- eita! ficou dificil, não tem como ir de carro.
- vamos de navio
- não dá Gui, o papai enjoa.
- ele toma remédio
- não dá Gui, é muito longe.
- hummmm
- Eca!
- o que foi Guilherme? (já rindo)
- o beijo.
- o que tem o beijo? Vc outro dia não queria beijar a boca da mamãe?
Silêncio
- um dia você vai encontrar alguém e também vai querer beijar.
- para de falar isso mãe! (indignadíssimo)
Seguimos nosso caminho ao clube, para a colonia de férias. Na hora da despedida:
- eu ganho um beijo?
- um abraço!
E me deu um super abraço.
Sério, o menino nem completou 5 anos e já está nessa fase? Pensei que teria , sei lá, mais uns dois anos pela frente. Paciência.
****************************
E falando em Guilherme.
Ontem, ele me pergunta:
- mãe, enquanto a gente está aqui na Argentina, podemos visitar Cabo Verde?
- Sim meu filho, claro que podemos, umas férias podemos ir.
- mas não quero ir de avião
- eita! ficou dificil, não tem como ir de carro.
- vamos de navio
- não dá Gui, o papai enjoa.
- ele toma remédio
- não dá Gui, é muito longe.
- hummmm
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Flores na janela
Outro dia comprei canetas para vidro para o Guilherme. Pra ele maneira de dizer, eu sempre achei legal nos filmes, desde que vi "Uma mente brilhante" e quando vi no supermercado pensei que seria uma boa idéia, e foi.
Ele curtiu a brincadeira de desenhar no vidro e enquanto preparava o jantar pedi que desenhasse flores nas janelas da cozinha.
Guilherme começou a falar da semente, que primeiro a gente planta, que ela precisa de sol para crescer, precisamos dar água para só então ter a flor. Pensei que ele simplesmente estava me contanto o que aprendeu, mas não ele desenhou a semente, o sol, a água e no final a plantinha grande e uma flor.
Agora preciso dar um jeito de fotografar meu jardim, num contra luz danado ou então praticamente escuro, dou um jeito.
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010
O " X" da questão
- Olha a letra "gê", de Guilherme!
- Não, minha letra é "xis"!!!!!
- Filho, sua letra favorita é "xis", mas a letra do seu nome é "gê".
- O "xis" é que marca o lugar do "tesolo".
- Sim, isso mesmo.
- Não, minha letra é "xis"!!!!!
- Filho, sua letra favorita é "xis", mas a letra do seu nome é "gê".
- O "xis" é que marca o lugar do "tesolo".
- Sim, isso mesmo.
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010
A nova música
Desde que chegamos aqui esta é uma das mais tocadas na rádio, pelo menos na estação que está sintonizada no carro. Para mim ela entra na categoria "feel good musics", sabe aquelas músicas que basta ouvir pra ficar mais feliz, pois ... Eis que outro dia ela começa a tocar no rádio e eu subo um pouco o volume do rádio e do banco de trás Guilherme começa a cantarolar, do jeito dele, meio como o Astronauta, mas o refrão, esse até que saiu direitinho: "Ei soh siste, ... ei miste, miste, ... nau".
Train - Hey, Soul Sister from Matthew Stawski on Vimeo.
Train - Hey, Soul Sister from Matthew Stawski on Vimeo.
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
A música do momento!
Guilherme passa o dia cantarolando esta música e dançando também.
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Meu filho não come, será?
Desde pequeno, Guilherme sempre comeu de tudo, mas não posso dizer que come muito. Há dias em que devora um prato como o meu, em outros, só cutuca a comida e na maioria dos dias come uma porção compatível com o tamanho dele.
Aqui em casa, ele não é obrigado a comer, nunca empurrei comida goela abaixo, mas durante algum tempo eu conversava, insisia um pouco, João também. O resultado era uma refeição estressante para todos. Então, passamos a não nos importar afinal, em casa com comida ninguém morre de fome.
Com o tempo ficamos (João e eu) mais disciplinados. No começo nos limitavamos a não substituir a refeição por algo que sabiamos que ele comeria e, claro, mantinhamos os horários. Então se ele ficava com fome tinha que esperar. Depois que aprendeu isso, a regra ficou mais rigorosa: se ele não almoça (leia-se: não toca a comida, ou se limita a uma, duas colheradas), na hora do lanche ele reencontra o prato do almoço. Sempre lembramos ele que isso vai acontecer caso ele não coma, muitas vezes antes que termine o nosso almoço ele muda de idéia e pede a comida. Não, ele não precisa raspar o prato, basta comer até ele ficar satisfeito. Tampouco precisa ficar sentado até todos terminarem (se minha avó lesse isso!), mas precisa pedir licença.
Acredito muito no que diz o pediatra espanhol Carlos González no livro "Mi niño no me come", a criança nasce sabendo controlar muito bem a quantidade de comida necessária e é importante não "reprogramar" os pequenos. Se, quando ele era bebê eu parava de amamentar quando ele não queria mais, por que agora eu iria impor a ele uma quantidade de comida que eu acho adequada.
Guilherme cresce bem e se desenvolve de acordo com a idade dele, nem mais, nem menos. Hoje, ele já diz que não gosta de algo que ele nunca provou, mas aos poucos ele vai provando. Adora frutas e come bem legumes, mas torce o nariz para tudo o que é verde, mesmo vendo os pais comerem salada verde todos os dias. Não gosta de balas e pirulitos (chupa-chupa por aqui), mas não pode ver um chocolate. Gosta de refrigerante, principalmente Fanta, mas troca fácil-fácil por um suco de manga ou laranja. Prefere peixe a carne, mas não resiste a uma linguiça. O feijão preto é sua grande paixão, juntamente com a pizza e o "nicau". Desses, só o nescau ele tem todos os dias, que eu também não sou doida, os outros é não é sempre, principalmente a pizza, essa acho que ele come duas vezes por mês, que além de não ser exatamente uma opção saudável, banaliza.
Aqui em casa é muito raro termos bolachas, recheadas ou não, e guloseimas em geral, mas isso é por que se tiver EU como. Quando faço bolos, fica um pouco aqui em casa e o restante vai sendo distribuido entre os amigos e colegas de trabalho do João. Para não estragar e para não ficar aqui me tentando.
Essa rotina é a ideal? Para a gente tem se mostrado muito boa e Guilherme assimilou bem. Eu faço o que ele pede pra comer, nem sempre, mas eu penso nele na hora de preparar a comida e nos dias de polvo, lula e outras coisas mais exoticas, tenho sempre um opção para ele caso ele não goste, que também é injusto obrigar a comer algo que ele não gosta. O prato dele sempre tem salada, mesmo ele não comendo, um dia ele come. Aqui a sobremesa não é premio, nunca digo se não almoçar não tem sobremesa. Se tem sobremesa, mesmo ele não comendo ela é oferecida, afinal não é algo que temos todos os dias, somente em dias especiais, e dias especiais são mesmo pra fugir da regra.
Falando em fugir da regra, quando estamos viajando (o que acontece com alguma frequencia) ou por algum motivo a rotina em casa mesmo foi alterada, João viaja por exemplo, somos flexiveis. Não vai ser justamente a comida que me fará terminar o dia estressada.
Aqui em casa, ele não é obrigado a comer, nunca empurrei comida goela abaixo, mas durante algum tempo eu conversava, insisia um pouco, João também. O resultado era uma refeição estressante para todos. Então, passamos a não nos importar afinal, em casa com comida ninguém morre de fome.
Com o tempo ficamos (João e eu) mais disciplinados. No começo nos limitavamos a não substituir a refeição por algo que sabiamos que ele comeria e, claro, mantinhamos os horários. Então se ele ficava com fome tinha que esperar. Depois que aprendeu isso, a regra ficou mais rigorosa: se ele não almoça (leia-se: não toca a comida, ou se limita a uma, duas colheradas), na hora do lanche ele reencontra o prato do almoço. Sempre lembramos ele que isso vai acontecer caso ele não coma, muitas vezes antes que termine o nosso almoço ele muda de idéia e pede a comida. Não, ele não precisa raspar o prato, basta comer até ele ficar satisfeito. Tampouco precisa ficar sentado até todos terminarem (se minha avó lesse isso!), mas precisa pedir licença.
Acredito muito no que diz o pediatra espanhol Carlos González no livro "Mi niño no me come", a criança nasce sabendo controlar muito bem a quantidade de comida necessária e é importante não "reprogramar" os pequenos. Se, quando ele era bebê eu parava de amamentar quando ele não queria mais, por que agora eu iria impor a ele uma quantidade de comida que eu acho adequada.
Guilherme cresce bem e se desenvolve de acordo com a idade dele, nem mais, nem menos. Hoje, ele já diz que não gosta de algo que ele nunca provou, mas aos poucos ele vai provando. Adora frutas e come bem legumes, mas torce o nariz para tudo o que é verde, mesmo vendo os pais comerem salada verde todos os dias. Não gosta de balas e pirulitos (chupa-chupa por aqui), mas não pode ver um chocolate. Gosta de refrigerante, principalmente Fanta, mas troca fácil-fácil por um suco de manga ou laranja. Prefere peixe a carne, mas não resiste a uma linguiça. O feijão preto é sua grande paixão, juntamente com a pizza e o "nicau". Desses, só o nescau ele tem todos os dias, que eu também não sou doida, os outros é não é sempre, principalmente a pizza, essa acho que ele come duas vezes por mês, que além de não ser exatamente uma opção saudável, banaliza.
Aqui em casa é muito raro termos bolachas, recheadas ou não, e guloseimas em geral, mas isso é por que se tiver EU como. Quando faço bolos, fica um pouco aqui em casa e o restante vai sendo distribuido entre os amigos e colegas de trabalho do João. Para não estragar e para não ficar aqui me tentando.
Essa rotina é a ideal? Para a gente tem se mostrado muito boa e Guilherme assimilou bem. Eu faço o que ele pede pra comer, nem sempre, mas eu penso nele na hora de preparar a comida e nos dias de polvo, lula e outras coisas mais exoticas, tenho sempre um opção para ele caso ele não goste, que também é injusto obrigar a comer algo que ele não gosta. O prato dele sempre tem salada, mesmo ele não comendo, um dia ele come. Aqui a sobremesa não é premio, nunca digo se não almoçar não tem sobremesa. Se tem sobremesa, mesmo ele não comendo ela é oferecida, afinal não é algo que temos todos os dias, somente em dias especiais, e dias especiais são mesmo pra fugir da regra.
Falando em fugir da regra, quando estamos viajando (o que acontece com alguma frequencia) ou por algum motivo a rotina em casa mesmo foi alterada, João viaja por exemplo, somos flexiveis. Não vai ser justamente a comida que me fará terminar o dia estressada.
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sexta-feira, 30 de julho de 2010
Guilherme fez 4 anos
"mãe, gostei muito do meu piquenique"
foi assim que Guilherme me agradeceu pela festinha de aniversário.
A escola está de férias, então festinha na escola estava fora de cogitação. Fizemos outros planos, mas eles tiveram que ser mudados. Mas a data jamais passaria em branco, então trabalhamos com o que tinhamos disponível e assim ...
Ontem a noite, dia mesmo do aniversário, teve parabéns e pizza. Ninguém foi convidado, mas quem apareceu participou. O bolo de nave espacial foi um pedido dele e foi um sucesso. A Tita e a Ignez, vieram brincar com ele no fim da tarde, com tem feito quase todos os dias, e ficaram. A Ignez até fez um cartaz de aniversário para o Guilherme que está na parede da sala. A brincadeira foi até tarde e depois do banho: cama, afinal ele precisava descansar para a segunda festa. Isso mesmo! Aqui no condominio, durante as férias, organizamos um aula de artes para os pequenos e como todos os amigos estão lá, fiz um lanche caprichado e um novo parabéns! Foi tudo muito simples, uma toalha no chão, copinhos com pão de queijo, bolinhos de chocolate e suco. As crianças curtiram, e Guilherme saiu pro abraço e agradeceu pelo piquenique. E eu fiquei toda feliz.
foi assim que Guilherme me agradeceu pela festinha de aniversário.
A escola está de férias, então festinha na escola estava fora de cogitação. Fizemos outros planos, mas eles tiveram que ser mudados. Mas a data jamais passaria em branco, então trabalhamos com o que tinhamos disponível e assim ...
Ontem a noite, dia mesmo do aniversário, teve parabéns e pizza. Ninguém foi convidado, mas quem apareceu participou. O bolo de nave espacial foi um pedido dele e foi um sucesso. A Tita e a Ignez, vieram brincar com ele no fim da tarde, com tem feito quase todos os dias, e ficaram. A Ignez até fez um cartaz de aniversário para o Guilherme que está na parede da sala. A brincadeira foi até tarde e depois do banho: cama, afinal ele precisava descansar para a segunda festa. Isso mesmo! Aqui no condominio, durante as férias, organizamos um aula de artes para os pequenos e como todos os amigos estão lá, fiz um lanche caprichado e um novo parabéns! Foi tudo muito simples, uma toalha no chão, copinhos com pão de queijo, bolinhos de chocolate e suco. As crianças curtiram, e Guilherme saiu pro abraço e agradeceu pelo piquenique. E eu fiquei toda feliz.
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sexta-feira, 2 de julho de 2010
Visual de verão
Guilherme tem MUITO cabelo (basta ver as fotos) e aparentemente cresce mais rápido do que a média (bom, acho que não, mas a impressão é essa). Não gosta de lavar o cabelo, nem de pentear. Na verdade não gosta que peguem no cabelo dele. Aqui faz MUITO calor, e todas as tardes vejo meu filho suando, sob a vasta cabeleira, num quarto com ar condicionado ligado. E ai, voltamos ao fato que ele não gosta de lavar a cabeça.
Aqui, não conseguimos encontrar quem corte o cabelo do Guilherme. Mesmo a nossa tentativa de passar a máquina no barbeiro foi frustrada (uma loooooooooooonga história). Sempre que viajamos uma das primeiras coisas que tinhamos que fazer era cortar o cabelo dele. O último corte foi em Amsterdam, dia 4 de maio. A foto da esquerda foi tirada no dia seguinte. Um mês certinho separa as dua fotos e o cabelo já parece ter ganhado vida propria. Particularmente adoro meninos de cabelo mais longo, acho bonitos, se for encaracolado então ... Mas não é prático, nada prático.
Outro dia, ele me viu passando a máquina na cabeça de um amigo e pediu para fazer também. Sentou no banco e tudo. Expliquei que não tinha volta e ele não podia desistir no meio do caminho (bem que tentou depois), ele deu o OK. Mandei brasa! Deu trabalho, foi uma sujeira danada, comecei na área de serviço e terminei no meu banheiro. A bateria do aparelho acabou e ficou faltando o detalhe. Deveria ter tirado fotos, deveria, mas para isso fazia falta uma terceira pessoa em casa. Eu passava a máquina e a Tatiana (santa Tatiana) distraia. E assim, o filhote desfila o visual de verão, livre, leve e solto! E voltou da escola com massinha no cabelo, já pensou se eu não tivesse cortado? (risos)
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terça-feira, 29 de junho de 2010
Meu menino
Que é dificil dar banho no Guilherme eu já falei aqui. É um problema que vai e volta, com outras crianças ele se intimida e toma banho que é uma beleza deixa até lavar a cabeça numa boa. Mas no dia a dia não é fácil. Adotamos algumas medidas para que o fim de tarde seja mais tranquilo. O primeiro passo foi não lavar a cabeça todos os dias, as exceções são quando ele vai para a piscina ou quando ele está muito suado. Mas se não a cabeça é lavada dia sim, dia não e a medida ajudou bastante um banho mais tranquilo. A outra coisa que é eu não interrompo as atividades para o banho, se ele está brincando eu espero terminar a brincadeira, se está vendo um filme eu espero terminar. Mas, as vezes, nada funciona e o escandalo é digno de novela mexicana, horrível.
Outro dia ele decidiu que já era hora de lembrar todo o predio que ele não gosta de tomar banho, não gosta mesmo. A gritaria foi tamanha e com direito a chutes, ponta pés, e muita água espalhada pelo banheiro. E mesmo depois de sair do banho o escandalo continuou ... bom, João e eu tentamos acalmar a fera, explicar que nada justificava aquilo, mas nada, então demos um tempo.
Alguns minutos depois, já mais calmo, Guilherme vem:
- Desculpa mãe!
- Desculpa por que? (obvio que eu sabia)
- Eu fiz escandalo. Errei "memo".
- Tá desculpado. Me dá um abraço. Agora, pede desculpas ao pai.
- Pai, desculpa, eu errei.
- Tá desculpado.
Combinamos com o Guilherme que nada mais de escandalos por causa do banho, o castigo foi acordado e depois de três dia tudo segue tranquilo. Veremos ...
Outro dia ele decidiu que já era hora de lembrar todo o predio que ele não gosta de tomar banho, não gosta mesmo. A gritaria foi tamanha e com direito a chutes, ponta pés, e muita água espalhada pelo banheiro. E mesmo depois de sair do banho o escandalo continuou ... bom, João e eu tentamos acalmar a fera, explicar que nada justificava aquilo, mas nada, então demos um tempo.
Alguns minutos depois, já mais calmo, Guilherme vem:
- Desculpa mãe!
- Desculpa por que? (obvio que eu sabia)
- Eu fiz escandalo. Errei "memo".
- Tá desculpado. Me dá um abraço. Agora, pede desculpas ao pai.
- Pai, desculpa, eu errei.
- Tá desculpado.
Combinamos com o Guilherme que nada mais de escandalos por causa do banho, o castigo foi acordado e depois de três dia tudo segue tranquilo. Veremos ...
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
Incognito
Hoje na hora do almoço, nem lembro bem porque, tive que explicar ao Guilherme o que era a Arca de Noé. Resumi o melhor que pude sem incluir toda a parte religiosa. Falei que Noé ficou sabendo que a terra seria inundada, construiu então uma arca bem, bem grande, e dentro dela colocou um casal de cada espécie animal. A terra alagou, mas tudo bem dentro da arcá e quando a terra secou os animais puderam sair, tiveram filhos e viveram felizes para sempre.
Juro que de todas as perguntas possíveis, ele fez uma que nunca passou pela minha cabeça, ou do João, for that matter.
- e como eles voltaLam pÁ ilha deles?
Sim, claro, como ninguém nunca pensou nisso antes? A terra seca, a arca fica presa que nem o Black Rock em LOST, como os animais voltaram para o seu lugar? E a ilha? Bom, o Guilherme mora em uma ilha, né?
A resposta ele mesmo deu, meio na dúvida.
-andando?
A foto não tem nada a ver com o post, LOL, mas fez parte das nossas brincadeiras da tarde.
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domingo, 11 de abril de 2010
Guilherme
E segue meu empenho em anotar as "coisas de Guilherme". Nem sempre tenho um papel ou um computar a mão para anotar logo e não esquecer, então vou repetindo tudo como um mantra até poder anotar. Foi o que aconteceu ontem, fomos a um casamento (Lindo! Na praia, o clima colaborou e a animação durou por mais de 8 horas) e lá pelas tantas:
eu: Fulana, de onde você é?
Fulana: - Portugal!
eu: Sim, mas onde em Portugal?
Fulana: - Ah! Lisboa.
Rafael (amigo do Gui de 5 anos): Eu sou do Porto! (imaginem isso com o peito cheio de orgulho)
eu: Guilherme, e você de onde é?
Guilherme: - Eu gosto de viajar!
É meu filho, vai se acostumando, que estamos apenas no começo. Eu bem sei que essa sensação de lugar nenhum e todo canto dura a vida toda, passamos a vida a procurar um lugar para chamar de nosso.
eu: Fulana, de onde você é?
Fulana: - Portugal!
eu: Sim, mas onde em Portugal?
Fulana: - Ah! Lisboa.
Rafael (amigo do Gui de 5 anos): Eu sou do Porto! (imaginem isso com o peito cheio de orgulho)
eu: Guilherme, e você de onde é?
Guilherme: - Eu gosto de viajar!
É meu filho, vai se acostumando, que estamos apenas no começo. Eu bem sei que essa sensação de lugar nenhum e todo canto dura a vida toda, passamos a vida a procurar um lugar para chamar de nosso.
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sábado, 10 de abril de 2010
Guilherme em Soncente
O fim de semana passado em São Vicente foi rico em pérolas de Guilherme, como meu menino tem imaginação!
A primeira foi:
- papai, você é funny!
- o que é funny? perguntamos
- funny ......
(pensa, pensa, diz Guilherme para si mesmo)
- É palhaço!
- e o palhaço é o quê? ENGRAÇADO! Diz a dupla de pais bestas
Mas a verdade é que papai ficou sendo mesmo é funny.
-> em tempo, há algum tempo que Guilherme nos informa sempre que está pensando, bem ao estilo Pinky Dinky Doo, desenho que ele não assiste desde a última ida ao Brasil em agosto.
Depois veio
All the single Ladies. Não sei porque começamos João e eu a cantar a música e o Guilherme aprendeu rapidinho, mas do jeito dele, que é muito, mas muito mais engraçado. Tenho que gravar e colocar aqui.
E finalmente ...
Voltando a noite do jantar, um Guilherme sonolento nos braços começa a ver as estrela que tem no piso do hotel, então a mamãe diz:
- olha filho, o céu está cheio de estrelas!
- mãe, não são estelas, são bolinhas.
(risos)
- é Guilherme, as estrelas estão tão longe, que daqui só vemos bolinhas.
A primeira foi:
- papai, você é funny!
- o que é funny? perguntamos
- funny ......
(pensa, pensa, diz Guilherme para si mesmo)
- É palhaço!
- e o palhaço é o quê? ENGRAÇADO! Diz a dupla de pais bestas
Mas a verdade é que papai ficou sendo mesmo é funny.
-> em tempo, há algum tempo que Guilherme nos informa sempre que está pensando, bem ao estilo Pinky Dinky Doo, desenho que ele não assiste desde a última ida ao Brasil em agosto.
Depois veio
All the single Ladies. Não sei porque começamos João e eu a cantar a música e o Guilherme aprendeu rapidinho, mas do jeito dele, que é muito, mas muito mais engraçado. Tenho que gravar e colocar aqui.
E finalmente ...
Voltando a noite do jantar, um Guilherme sonolento nos braços começa a ver as estrela que tem no piso do hotel, então a mamãe diz:
- olha filho, o céu está cheio de estrelas!
- mãe, não são estelas, são bolinhas.
(risos)
- é Guilherme, as estrelas estão tão longe, que daqui só vemos bolinhas.
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terça-feira, 6 de abril de 2010
Guilherme no mercado
O mercado do Sucupira é um dos poucos lugares de compras em que o Guilherme curte ir, chega a ser engraçado. Ele sempre quer me acompanhar e convenhamos que acompanhar mulher em feira ou mercado pode ser cansativo. Eis que outro dia, fomos Tatiana e eu levar a Irani ,que estava aqui de férias, para conhecer e o pequeno veio conosco e como sempre se comportou divinamente. Tanto que eu não pude ignorar a paixão dele pelo pequeno "tambor". Quando Tatiana perguntou se ele ia tocar funaná (ritmo local bastante popular e que se assemelha ao forró) ele respondeu que ia tocar samba! E assim segue o pequeno me surpreendendo com suas tiradas.
A outra coisa que pude observar durante o passeio pelo Sucupira é que o vocabulario criolo do Guilherme aumentou bastante e ele sabe bem a quem se dirigir em qual idioma, algumas vezes ele simplesmente fala "brasileiro" ou "guilhermês" e ai o interlocutor decide.
A outra coisa que pude observar durante o passeio pelo Sucupira é que o vocabulario criolo do Guilherme aumentou bastante e ele sabe bem a quem se dirigir em qual idioma, algumas vezes ele simplesmente fala "brasileiro" ou "guilhermês" e ai o interlocutor decide.
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
Passeios ao cair da noite
Durante mais de um ano Guilherme se negou a descer para o play do prédio, das poucas vezes que desceu ficaobvio que não era exatamente divertido para ele e assim parei de perguntar e deixei que ele decidisse quando era hora de voltar. Pois a hora chegou, e desde o domingo ele desce todos os dias. Em parte a novidade tem o nome de Catarina, amiga inseparável do Guilherme na escola e nossa vizinha de cima, e os dois, que passam as manhã brincando na escola curtem um fim de tarde super agradável também. Infelizmente, na hora da despedida há lágrimas, é que eles querem um visitar a casa do outro e ficam nisso por um bom tempo, por sorte apenas um lance de escada os separa e da porta de casa acompanho as despedidas.
As brincadeiras terminam sempre com um passeio até a praia para ver o mar, o por do sol, e jogar pedrinhas. O grupo inicial de quatro (Guilherme, Catarina e os dois irmãos, Ignês e Pedro) vai aumentando, e ontem nos acompanharam Rafael e Juscelina (assim entendi que se chama a menina). Todos curtiram a brincadeira e em marcha voltaram para casa. Espero que se tornem rotineiros os passeios, me ajudam a ser mais leve.
Na foto: Guilherme, Rafael, Catarina, Juscelina, Ignês e Pedro. Ao fundo uma das casas que mais gosto na Praia.
Na foto: Guilherme, Rafael, Catarina, Juscelina, Ignês e Pedro. Ao fundo uma das casas que mais gosto na Praia.
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quarta-feira, 31 de março de 2010
Guilherme e as Borboletas

Há algum tempo, seu Guilherme viu um desenho onde a personagem caçava borboletas e se encantou. De vez em quando, ele se lembra e fala algo sobre o tema. Na casa de meus pais, no quarto onde dormimos, tem um quadro de um borboleta azul e ele adorou, tanto que ganhou dos avós.
Eis que, no fim de semana, ele sai com:
Eis que, no fim de semana, ele sai com:
"tomara que a primavera chegue logo pra eu caçar boboletas"
Minha gente, pensem num esforço pra sempre lembrar e lembrar de anotar as coisas de guilherme, mas acho que vou me acostumar.
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