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sábado, 18 de junho de 2011

Buenos Aires - Comida

Acho que a esta altura do campeonato já deu pra notar que João e eu somos "foodies" e em nossas viagens sempre fazemos uma pesquisa dos lugares para comer, anotamos de programas de TV, blogs, matérias de jornal. Podem ser lugares de luxo, ou um boteco, até mesmo comida de rua (quesito no qual NYC é imbatível), não importa. Viajando com crianças as vezes o lugar escolhido está longe de ser o ideal, muitas vezes não é nada "child friendly" ou a comida não é bem aquilo que o pimpolho gosta, come, não é saudável ou seja lá que outro critério a pessoa tenha na hora de alimentar as crianças. Estando grávida, confesso que ando menos aventureira no quesito gastronômico e não tenho a mais minima vontade de adicionar nada aos desconfortos normais da gravidez, nada. Então, não fizemos nenhuma grande descoberta, mas comemos comidas gostosas e la pasamos bien em todos os lugares onde comemos. Aqui ficam algumas dicas:

Parilla El Mirasol - a recomendação foi da Denise (amiga desde Cabo Verde e que agora está em Buenos Aires) é o lugar favorito dela para comer asado e aprovamos. O serviço foi ótimo! Guilherme se esbaldou nas linguiças, nós comemos  carne no ponto que cada um mais gosta, as sobremesas eram divinas e até doce de leite para os morangos do Guilherme eles trouxeram. Fomos no restaurante que fica na Recova e como a mesa estava no segundo andar, o filhote achou de brincar de espião e fotografar todos os clientes e garçons que subiam a escada. As porções são grandes (enormes) e eu recomendo começar aos poucos pensando em dividir.

Be Frika - a recomendação veio do blog Buenos Aires para Niños e fica a um quarteirão de onde estavamos hospedados. O lugar é muito legal, e as comidinhas deliciosas. Eu comi um mini hamburguer de portobelo que estava divino, as batatinhas são uma delicia, os palitinhos de muçarela nem me fale e o licuado "True Berry", sonho com ele até hoje. Para as crianças é legal por que o hamburquer é pequeno, para os adultos é possível provar mais de um sabor.
Azul Profundo - não é o lugar ideal para ir com crianças, o ambiente é mais adulto. A iluminação é mais intimista (dá trabalho ler o cardapio), a decoração é legal, cheio de aquarios, mas ainda assim tem cara de só pra adultos.Mas os garçons não se fizeram de rogados e rapidinho fizeram surgir na mesa lápis e papel e até cardápio para o Guilherme "escolher" a comida e tudo mais. Nós matamos a vontade de coisas do mar. Guilherme comeu uma entrada de camarão empanado com coco simplesmente divina. Os sushis estavam bem feitos e eu, pra manter a tradição, comi ostras nesta gravidez também, sob o olhar atento do filho que nem arriscou provar.

Restaurante Jardin Japones - no Jardim Japones, há um restaurante que gostamos muito. Eles servem comida tradicional japonesa, tá, meio ocidentalizada, mas ainda assim mais autentica do que as disponiveis normalmente. Guilherme viu como eram feitos os sushis, que ele tanto pede e nunca come (come o peixe e o arroz, mas não a nori) então eu acabo desfazendo o sushi pra ele. O ambiente é de uma traquilidade  fantastica e foi tão gostoso tomar misôshiro, comer tempurá. O complemento perfeito para um passeio no Jardim.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Alimentação na escola

Este é um post que ando matutando já tem um tempo. E depois da Blogagem Coletiva acho que chegou a hora. 
Na escola do Guilherme as crianças do jardim, até a turma 3, frequentam as aulas apenas pela manhã. A única refeição feita na escola é a merenda que pode vir de casa ou os pais aderem a "merienda compartida" e pagam uma taxa mensal para que a criança receba a comida na escola. Em geral são biscoitos, tortitas (pão), alfajores de maizena, sanduiches, iogurte. A bebida suco (tang) ou chá (mate cozido) é liberada para todas as crianças. Guilherme levava a comida de casa, as vezes eu mandava algo similar ao que era servido na merenda compartilhada, mas em geral eram cereais ou barrinhas, fruta e iogurte.
Na turma 4 as crianças podem ou não estudar em período integral, na turma 5 o estudo integral é obrigatório. A política para o almoço é a mesma os pais podem buscar os filhos na escola para almoçar em casa (o intervalo é de uma hora), mandar uma quentinha de casa (paga-se uma taxa pelo uso do refeitório) ou então contratar a comida do refeitório, o pagamento é mensal, se a criança falta o dinheiro é devolvido (!). Inicialmente, a nossa opção era mandar a comida de casa, mas com a chegada do bebê, as mudanças e as incertezas para nós a decisão tentar para ver como Guilherme aceitaria a comida da escola foi a melhor.
Todos os meses recebemos o cardápio para aquele mês. O desta semana é o seguinte:

Segunda - Almondegas ao molho (sugo) e arroz
Terça - Frango assado com guarnição (eles não informam qual, mas não é raro que seja batata frita)
Quarta - FERIADO
Quinta - Espaguete com molho misto 
Sexta - Pizza de presunto, cebola, ovo ou salame e empanadas.

Além disso, tem uma mesa com saladas (frias e quentes), guarnições variadas e uma alternativa ao prato principal. Por um pedido meu, Guilherme é das poucas crianças que vai até a mesa olhar as opções. Para a maioria das crianças a professora diz o que tem e as crianças dizem o que querem. No preço está incluído a água e uma sobremesa (fruta ou gelatina). As sextas o menu é sempre "festivo" e a sobremesa é um picolé. Na páscoa as crianças ganharam ovos de chocolate.
O restaurante está aberto aos pais, não é preciso avisar quando se vai comer por lá. Mas ... o barulho faz qualquer praça de alimentação parecer um hospital e por isso quase não tenho ido. Não vou comentar o cardápio em si, por que a verdade é que ele reflete bem o que se come aqui. O preparo não é como eu faria, mas a comida tem pouco sal e não é gordurosa (fora a milanesa e as batatas fritas). O que me incomoda é:
- o cardápio é alterado sem aviso e o Guilherme nem sempre diz o que comeu, as vezes inventa e os coleguinhas fazem o mesmo;
- vendem balas e outras porcarias no refeitório, além de refri. Guilherme nem vê e como não leva dinheiro não tem como comprar, mas é errado!;
- as crianças não fazem o próprio prato e por vezes nem veem as opções disponíveis (sei o caos que seria, mas há alternativas); e
- não recebemos um relatório do que a criança comeu (acho que isso que até a criança ter 6-7 anos é uma boa medida)

O que irritou tanto os pais da primária? Logo no começo do ano fizeram alterações no cardápio por opção menos saudáveis e mais econômicas. No começo as mães acharam que era coisa das crianças, mas conversando entre si viram que a coisa era séria, além do mais o número de crianças no refeitório aumentou (juntaram as duas sedes temporariamente) e não existia organização. Depois de feita a reclamação, a coisa voltou ao normal. As alterações ainda são feitas, mas por equivalentes e não por salsicha ou nuggets industrializados. Também melhoraram o espaço e a organização. Das vezes que fui por lá para conferir, não usam produtos industrializados que não sejam os que eu uso em casa (sim, em normalmente não faço eu mesma o molho de tomate e em casa comemos cachorro quente), não usam temperos e caldos (pó, cubo etc.), frutas e verduras são frescas, quando muito congeladas. A cozinha é limpa, mas limpa que a de muito restaurante que eu já visitei. Os pais tem livre acesso e são tratados como clientes, ninguém faz favor a ninguém.

O fato do Guilherme ter se adaptado a comida me deixa tranquila. No começo ele deu trabalho, mas quando viu que era pra valer, foi em frente. Tem comido mais variado em casa e fica sentado a mesa sem problemas, antes era um tal de "volta pra mesa!" o tempo todo. Seguindo a lógica local, o jantar aqui em casa passou por mudanças e é um complemento do almoço.

Semana passada, cansado de jogar fora comida, aderimos a "merienda compartida", Guilherme parou de comer o lanche que eu mandava de casa, mesmo quando era similar ao oferecido pela escola. Muitas vezes ele trocava o lanche para comer o lanche da escola. Ele não era o único a levar a merenda de casa, na verdade a maioria leva, mas ele queria mesmo era a comida que a professora "dava" para os colegas.




quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Comfort Food


Simplicidade, este é o conceito por trás da comfort food , termo que aparece bastante nos blogs foodies mundo a fora. A comfort food é uma comida simples, rápida de preparar e leva quem come, a um lugar confortável no estomago da nossa memória. A escolha para essa categoria de comida pode variar conforme o país e o gosto de cada um. Para mim, o pirê de batata é comford food por natureza, tem gosto de casa de mãe. Outras comidinhas também tem essa propriedade de me levar até um lugar feliz. O trio bife+pirê+salada é imbatível. Tem uma coisa que pouco a pouco está tendo o mesmo efeito em mim. Um refogado de cebola e cogumelos temperado com sal, pimenta e salsa picadinha no final, se isso tem um nome eu não sei, mas é um ótimo acompanhamento para hamburguer. João comeu o seu como parte do recheio de um hamburguer, eu comi no prato mesmo, com espinafre (delícia!). O hamburguer é de quibe, by the way.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Pipoca

Taí uma coisa a qual eu não resisto. Sabe aquele balde gigante do cinema? Aquele que você olha e diz que ninguém come tudo isso? Pois eu como! Sabe a pipoca com refil? Pois eu já estou no refil antes da metade do filme. Se me orgulho disso? Not really, sabe como é ...
Desde a primeira vez que ouvi falar do milho azul fiquei curiosa, depois fui vendo nos EUA os mais diversos tipos de milho, diferentes daqueles que já conhecia. No mercado em Nasville havia umas espigas que pareciam ser "mistas". Eu simplesmente tinha que provar isso! Como todas as espigas que vi eram já secas a melhor opção era pipoca, OBA!

Então, vi um pote pequeno, mas daquele tamanho só tinha um mix de milhos, para comprar só dos milhos diferentes tinha que ser um kit ou então um pote grande. Fiquei com o mix mesmo. Confeso que não percebi diferença no sabor, o milho escuro parece demorar mais para estourar e a pipoca é mais branca, dá pra perceber na foto?

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Buzio - Culinária Cabo Verdiana

Para quem não tem família em Cabo Verde é complicado comer pratos tradicionais para além da cachupa (katxupa). Não há restaurantes de comida típica, alguns tem em seu cardápio pratos típicos que nem sempre estão identificados como tal e outros até tem pratos típicos, mas eles não constam do cardapio, então já ir sabendo que lá tem e pedir. Pois ontem, fomos apresentados ao buzio. Quem preparou foi Sofia, amiga que mora aqui no condominio.

O buzio é na verdade o bichinho que mora dentro daquelas conchas maiores, aquelas que a gente coloca no ouvido e escuta o mar. No litoral daqui eles estão aos montes, bom, na verdade só vemos as conchas quebradas (como nesta foto lá do Tarafal). Nos adoramos o prato, realmente DELICIOSO e com certeza, agora que sei como fazer e onde comprar, farei para as proximas visitas aqui do solar. Infelizmente, não tenho fotos do mais que agradável fim de tarde e noite na casa de Sofia e Djassi. Se algum caboverdiano se ofecer pra preparar buzio, minha gente, vão com fé, que o negócio é bom. Aqui se come com pão, mas já soube de um lugar que serve com macarrão. E confesso que fiquei com vontade de temperar com um pouco de grog (cachaça daqui) pra ver como fica, algo me diz que vai ficar bom também. A receita vai ficar pra quando eu fizer o prato.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Lasanha pós moderna

ou o dia em que aproveitei tudo que estava dando sopa na geladeira.



Outro dia me deu vontade de comer abobrinha com tomate e também tinha que aproveitar as sobras de um frango assado. Bom, a idéia era fazer uma lasanha de abobrinha, mas eu achei que não havia abobrinha suficiente então fiz assim:
Descasquei e cortei em tiras não muito finas duas abobrinhas e as refoguei junto com alho poró e quanto baste de sal. Quando me pareceram "no ponto" coloquei a águinha de uma lata de tomates, deixei no lume enquanto picava os tomates, assim, de forma bem grosseira mesmo. Enquanto isso as sobras já desfiadas do frango estavam em outra panela com água e um tanto de folhas do alho poró. Escorri o frango, tirei as folhas e acrescentei à "gororoba", como achei que carecia de tomate, abri outra lata e usei (sim, eu AMO tomate). Coloquei mangerião e oregano (ambos secos, que não tenho fresco em casa) e cobri com os queijos disponíveis na geladeira e que me pareceram que derretiriam bem. Ao forno para gratinar e voilá! Um ótimo almoço.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

O almoço de hoje


Ando brincando um pouco com a máquina. Quero comprar uma profissional tem algum tempo, mas sei que a tenho agora tem uma série de possibilidades e uma ótima qualidade. Então mãos a obra. As minhas vítimas favoritas tem sido a comida, que não reclama muito, e o Guilherme que, bom, faz careta. A questão é que eu ADOREI como ficaram as fotos, por isso estou colocando aqui.

sábado, 25 de outubro de 2008

Um presente da minha cozinha


O condomínio onde moramos é, provavelmente, um dos melhores lugares para se morar aqui em Praia. O único problema é que para qualquer coisa temos que usar o carro. Estou indo buscar o Guilherme a pé, nos últimos dois dias ele voltamos a pé, mas o sol e o calor não ME fazem bem. Aqui também tem muito estrangeiro, o que é bom e ruim, mas o lado bom acho que está ganhando. Nós moramos no primeiro andar e em baixo da gente, no térreo mora uma portuguesa com o filho adolescente. Ela se chama Susana e é uma pessoa muito legal, daquelas que se oferecem para cuidar do filho dos outros para que os pais tenham um jantar romântico. Ela também conseguiu as chaves da porta do bloco pra gente e DEU três cópias. Nosso primeiro contato foi quando ficamos “presos” do lado de fora do apê e ela nos deixou usar o pátio dela para subir pela área de serviço e desde então o João fica numa de que eu deveria fazer um bolo de agradecimento. Não saiu bolo, mas um antepasto de berinjela sim. Fiz a receita da Faby do Rainhas, não achei tão fácil quanto ela faz parecer, mas ficou muito saboroso e eu usei as berinjelas que estavam na geladeira antes que estragassem. Agora já tenho em casa algo feito por mim para oferecer para as visitas e para presentear.

Só faltam os rótulos, ando pesquisando coisas bem fofas nos sites gringos. Alguma dica?

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Almoço Básico


Na terça, na hora de ver o que seria nosso almoço, decidi descongelar o camarão, mesmo não tendo idéia do que preparar. Fui cuidar da vida (leia-se colocar quadros na parede) e me lembrei que nunca havia feito nada com camarão (risos) e fui pesquisar na "A Grande Cozinha"(aquela coleção da Abril, não dá pra colocar o link o site deles está em manutenção, mas as rainhas não me deixam na mão) e encontrei uma receita que achei legal e que tinha todos os ingredientes em casa, nem todos, nunca tenho cherry, mas...
O almoço foi camarão ao curry com arroz pilaf(vou ficar devendo o link)
Ficou de comer rezando, o João achou picante, eu e Guilherme gostamos, apesar de ardido.
Infelizmente, eu não fotografei o prato prontinho na mesa, mas ficou bonito como o do livro.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Lovely Sunday



Ontem, finalmente, fui a lojinha de artefatos niponicos indicada pelo Cris. CARA!!!! Mas encontrei o que havia ido comprar e de quebra encontrei esse molde para fazer ovo frito, so cute. Adivinha o que comemos no café da manhã?

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Biscoitinhos


Eu acho cookies o máximo e antes de entrar de férias comprei esses cortadores por que achava que minha cozinha ia bombar nas férias, mas não foi o que aconteceu. Em todo caso eles estão bonitinhos esperando sair do armário. Quem sabe não sai nada este fim de semana?

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Saído do Forno


Mas ficou bonito esse bolo zebrinha!!!!
A técnica é bem interessante, mas acho que ficou faltando um pouco de baunilha na massa, um pouco mais de sabor. Quem sabe um licorzinho de laranja?

Direto da cozinha


Tem um tempo que estava com vontade de experimentar a receita do bolo zebrinha que vi no Rainhas do Lar e hoje não deu outra, aproveitei o forno quente e mandei brasa. vamos ver se fica bom. Em breve fotos dele partido.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Sobras


Meu grande dilema sempre é como aproveitar melhor os restos, principalmente por que durante a semana não almoçamos em casa e não temos o costume de comer comida de panela à noite, então muita coisa acaba indo para o lixo depois de virar uma cultura de bactérias na geladeira.

Outro dia o almoço foi peixe, congrio rosa, e claro que sobrou e o destino seria o lixo se eu não tivesse me lembrado da receita dada pela sogra de uma torta, daquelas de misturar tudo e levar ao forno o destino seria o lixo. A noite dei uma geral na geladeira e tirei tudo que ia bem com peixe, 10 minutos de forno e estava pronto o jantar. O recheio foi meio de olho, mas vale para tudo, peixe, frango, salsicha, carne e todas as verduras.


Eu fiz assim:

9 colheres de sopa de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento
3 colheres de sopa de queijo ralado
1 xícara de peixe desfiado ou cortado em cubinhos
1 xícara de cenoura ralada
1 xícara de batata cortada em cubinhos e cozida
1 xícara de brócolis
3 ovos (separada a clara da gema)
1 colher de chá de sal
Salsa, alcaparras e cogumelos a gosto.

Misture tudo, exceto as claras. Depois acrescente as claras batidas em neve, coloque em uma assadeira untada. Por cima coloque queijo ralado, como não tinha mais, coloquei pedacinhos de queijo mussarela e leve ao forno até dourar.

Eu prefiro ela quente, mas o marido gosta mais fria.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Domingo é dia de MACARRONADA


Estou empenhada na tarefa de diversificar o cardápio do Guilherme.
Lembrei que outro dia João e eu comiamos uma macarronada e o Guilherme proveou e gostou, então decidi preparar uma especial. O molho foi feito em casa com tomates organicos, a receita muito prática é do livro da Tiça Magalhães só acrescentei a carne moída (pedi para o açogueiro passar duas vezes pela máquina) e pronto. Ofereci com um pouco de ervilhas, na versão pirê e bolinhas, ótima diversão por sinal.
O prato ficou com essa cara! Até eu fiquei com vontade de comer, mas o Guilherme ficou só nas primeiras 4 garfadas e não comeu mais. O molho, seguindo a dia da Tiça (a intimidade) congelei, daqui um tempo vou oferecer em outra apresentação, acho que com arroz integral, cenourinhas, lentinha... vamos ver no que dá. Se ainda asssim não tiver aceitação, comemos o João e eu, já que ficou bem bom.