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quinta-feira, 22 de março de 2012

Um livro bem legal!

Durante as férias no Brasil, Guilherme ganhou de uma tia-avó um livro com lendas brasileiras, as mais conhecidas, na versão do Mauricio de Souza. Elas estão um pouco modernizadas e levemente simplificadas,  mas na essência seguem as mesmas. O livro rapidamente virou favorito e todas as noites lemos duas lendas para ele, não importa quantas vezes já contamos, ele curte do mesmo jeito. O livro vem com um CD com as lendas narradas pelo Mauricio de Souza, que já deveria ter colocado para escutar, mas sempre esqueço. agora a tarde escutamos o CD e não é que é entretém? Guilherme ouviu enquanto brincava e eu aproveitei para usar um pouco o computador.


A lenda que ele mais gostou foi a do Uirapuru e a que só foi lida uma vez foi a da Yara, não sei por que, mas sempre que começamos a ler ele muda de ideia e pede outra.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Cherinho de café!


Eu ADORO velas e sempre que posso uso na decoração das mesas quando tenho convidados. Acho que isso vem do ano em que morrei na Noruega, por lá as velas estão sempre acessas, por vezes no café da manhã. Eu acho simplesmente o máximo. Bom, pois é de lá que vem essa idéia simples.
Em um copo de vidro grãos de café e meio que escondido umas velas votivas. Acho que da proxima vez colocarei conchinas do mar ou pedrinhas.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Paredes enfeitadas


Foto: www.dasgurias.com


Eu adoro composições com vários quadros, seja nas paredes, seja em estantes. Acho legal misturas estilos, artistas, molduras, eras completamentes distintas. No armário do quarto de hospedes estão vários quadros que não foram pra parede aqui, não foram por um série de motivos. Alguns simplesmente decidimos não pendurar, outros foram ficando pra depois e chegou um ponto em que achei melhor não me dar ao trabalho afinal aqui tenho que usar a furadeira cada vez que quero furar a parede.


Foto:http://marcoscesarinteriores.com.br/
A questão é que já ando pensando na minha próxima casa, can´t help it, e pensando em algumas coisas que quero fazer, uma delas é pendurar uma composição de quadros na parede em cima da nossa cama. Não, eu não tenho medo que eles caiam na minha cabeça. Também quero colocar alguma coisa no quarto do Guilherme, então ando a procura de ilustrações e estilos, inspiração mesmo, já que decidi não comprar nada antes de ter uma casa nova. Enquanto isso não vem, vou vendo, pesquisando e sonhando, pensando...
Há algum tempo, na verdade quase um ano, decobri um projeto que disponibiliza de forma gratuita para download ilustrações em pdf. O material é de qualidade e tem para todos os gostos. Já baixei alguns arquivos para, quem sabe, colocar na minha próxima casinha. Para dar uma olhada o endereço é este: http://indiefixx.com/Feed_your_soul/downloads.html

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Feel Good movie

Eu li o livro assim que saiu no Brasil, vi na Fnac e comprei (até escrevi aqui). No meio da correia que estava a minha vida naquele momento, trabalho, congresso, reuniões, uma mudança a caminho ... o livro era justo o que eu precisava, e foi mesmo. Não se pode chamar de literatura, mas foi uma leitura leve e divertida. Pois eis que saiu o filme, e eu espero poder ver quando for ao Brasil, ou em Portugal.


terça-feira, 23 de junho de 2009

Administrando a cozinha



Quando moravamos em Brasília não era raro sobras irem para o lixo. Só comiamos em casa nos fins de semana e a faxineira levava a propria comida, então acabava estragando alguma coisa. Aqui eu tento fazer o melhor para administrar melhor as sobras, na verdade eu tento acertar a quantidade para não ter sobras. Quando faço bolos, rapidinho despacho um pouco para a embaixada ou para os amigos. A sobra de frango vira frango desfiado, o bife vira carne picado pro molho do macarrão e assim vai, mas as vezes o problema é que a geladeira está repleta de um pouquinho de cada coisa. Tipo, um tomate, meia batata, uma abobrinha um pedaço de cebola e por ai vai ...

Então, outro dia, tinha uma variedade de verduras em pouca quantidade na geladeira e sobras de frango assado. Olhando para tudo decid que o melhor seria mistura e ver no dava. Numa assadeira coloquei um pouco de azeite, forrei com batatas (doce e inglesa), coloquei tomate picadinho, como não era suficiente abri uma lata de tomates e completei, depois geringela e abobrinha, por cima foi o frango desfiado (sobra do frango assado do dia anterior) e muito queijo ralado e uns 20 minutos em forno brando, pré-aquecido.

O resultado foi este daí.

sábado, 25 de abril de 2009

Viajando com crianças!


Eu mesma viajo desde os 9 meses de vida, que foi quando sai com minha mãe de Ceará (Brasil) para ser apresentada para meus avós em Mendoza (Argentina). Naquele tempo a viagem demorava um tantão. Saindo de Fortaleza eram umas 4 horas de voo até o Rio, ai ficamos algumas horas no aeroporto até embarcar para Buenos Aires, onde minha avó nos esperava. Pernoite por lá e no dia seguinte era seguir viagem até Mendoza, umas duas horas, depois uma hora de carro até a chácara dos meus avós. Dois anos depois a viagem foi feita comigo, com quase três anos, e minha irmã de um ano e meio, olha não deve ter sido fácil, mas minha mãe nunca deixou de repertir a experiência. Acho que com o tempo vamos pegando o jeito da coisa, e para isso nada melhor do que praticar, e como praticou minha mãe!!! Na hora de voltar meu pai se juntava ao grupo e ficava mais fácil, ou seria menos difícil?
Dentro desse espirito, nada mais natural do que sair de férias com meu filho junto. Posso um dia mudar de idéia, mas isso de ficar um mês fora e deixar os filhos com outra pessoa não faz muito sentido, mas essa sou eu. A primeira viagem do Guilherme foi aos 2 meses. Fomos de Brasília para Fortaleza para ele conhecer os avós e eu já perdi as contas de quantas vezes o pequeno já voou! Ao contrario de minha mãe poucas foram as vezes que viajei só com ele, normalmente o João vem junto. O que é um alívio!

Com Guilherme na primeira vez que viajei só com ele

Para mim quanto menores, mas fácil a viagem, ainda mais se mamam no peito. Quando crescem vão ficando mais despertos para o que acontece e a coisa vai ficando mais complicada, para os pais. Quando eles são pequeneninhos, até uns três meses, um brinquedinho basta, se mama, não precisa mamadeira, nem leite, nada. Uma muda de roupa e algumas fraldas e pronto. Trocar as fraldas é também bem mais fácil.
Viajando com crianças é preciso ter em mente que o ritmo é o delas e para evitar maiores contratempos temos que ser flexíveis. Na internet é possível encontrar uma série de roteiros nas maiores cidades do mundo para crianças, além de muitas dicas. A faixa etária do Guilherme é a mais complicada, na minha opinião. Se por um lado ele já deixa claro o que quer ou não fazer, por outro já não é tão fácil colocar no carrinho ou levar no colo na hora. Tem que saber parar e abrir mão de alguns programas e alterar alguns conceitos.
Em janeiro do ano passado passamos alguns dias na Argentina e foi muito bom. Optamos por fazer um city tour (que normalmente não fariamos) e deixamos de ir a um show de tango (que temos vontade de assistir um dia). Por outro lado conhecemos muitas praças e parquinhos. Fomos mais ao shopping do que gostariamos, mas lá tinha uma boa brinquedoteca e ele se distraia um pouco, funcionava como premio pelo bom comportamento ao longo do dia.
Na hora de escolher o hotel o melhor é pegar dicas com quem já esteve por lá, vale pesquisar pela internet. Em alguns lugares há hoteis que não aceitam crianças, por isso pergunte! Dependendo da idade das crianças um colchão no chão pode ser infinitamente melhor do que um berço e ficar num quarto com cama king size pode ser bem útil já que cabem com tranquilidade dois adultos e uma criança. Na hora de comer é bom ter sempre uma carta na manga, ou melhor, na bolsa. Faça uma vista a um supermercado ou loja de conveniência para ter caixas de suco, leite, biscoitos, frutas frescas e até mesmo um iogurte (sabia que tem uns que são pasteurizados e nem precisa de geladeira? Pois tem!) e paezinhos.
Depois do 11 de setembro ficou mais complicado levar a comida dos pequenos no avião, eu nunca tive problema com os potes de papinha, nem com o pó do leite, frutas, pão de queijos, queijo, esse tipo de coisa, mas tem gente que passou por maus bocados. Na maioria das vezes quem viaja com pequenos é visto com carinho pelos funcionários das cias aereas brasileiras. Mas regras são regras. Meu kit de sobrevivência no avião é composto pelo leite em pó, maça, pao de leite e queijo duro (tipo parmesão) cortado em cubos com passas ou uvas mesmo. As porções são pequenas, é pro Guilherme mesmo, não pra gente. Tem sempre papel e lápis de cor ou de cera, alguns carrinhos e brinquedinhos pequenos, tudo cabe na pequena mochila que ele mesmo carrega para vocês terem uma idéia. Ah! tem o DVD portátil e alguns filmes, sempre os favoritos e sempre uma novidade. Isso fora muda de roupa, fralda e lenços umedecidos. E tem o carrinho, sempre que eu não levo me arrependo, nem que seja para ele cochilar no aeroporto ou sentar quando cansou as pernas.
Como já tenho algumas milhas aereas com o Guilherme tenho uma boa idéia do limite dele dentro do avião (algo como 3 horas de cada vez se ele não dormir), sei que a classe executiva é um atrapalho por que ele pede para ficar coladinho em mim se quer dormir e como o braço da cadeira não levanta, acaba vindo pro colo. Sei que pode dar chabu, e ele passar o tempo todo reclamando, como pode simplesmente dormir todo o caminho, é sempre uma surpresa! Por isso viajo com remédio para enjoo e antitermico para ele.

Guilherme dormindo no voo Praia-Fortaleza.


Na hora de planejar férias em família o mais dificil é escolher o lugar, tem que caber no bolso e na disposição de todos. Para a primeira viagem recomendo algo não muito longe, não mais de 10 dias em hotel e de preferência na baixa estação, assim é mais tranquilo. Resorts são sempre interessantes, de regra eles tem uma série de serviços que facilitam a vida dos pais. Pode ser um resort de praia, de montanha, de águas termais, em fim o que agradar. Eu tento evitar lugares muito rusticos por mais de um fim de semana, não ter água, não ter energia, não ter banheiro privativo deixa quase todo mundo mais nervoso e com crianças é sempre importante estar com disposição e bem humorado.
Se o sonho da sua vida é ver um musical da broadway deixa para fazer isso quando eles estiverem maiores ou se tiver certeza que vai ter alguém para ficar com eles. Trilhas, caminhadas, rafting, só com maiores, mesmo que você tenha aquelas mochilas de carregar criança, não é fácil. Em climas extremos tem que estar preparado, a roupa adequada faz toda a diferença. Parques de diversão podem ser frustantes para os menores, já que para a maioria dos brinquedos é preciso ter mais de um metro de altura.
Mas e quando são férias, férias mesmo? Nada de parentes para visitar, cidades que você quer voltar ou conhecer antes de decidir uma grande mudança. Como escolher? Como eu escolheria? Não é fácil, mas a maioria dos destinos podem ser "kids friendly", mas nada de escolher aqueles pacotes 15 países em 10 dias, pelo-amor-dos-meus-gatinhos, se põe qualquer adulto a nocaute o entra e sai do onibus, imagina para uma criança. Férias com os pequenos são para conhecer um lugar, e não passar por ele. Planeje com tempo, ao longo do dia deixe espaços para descansar, voltar ao hotel ou simplesmente sentar e olhar o tempo passar em um parque e ver os pequenos correr por ai. Tenha sempre com você: água, alguns biscoitos (frutas secas, nozes) e algo que eles gostem muito, mas nada de coisas meladas. Nunca saia sem o carrinho, protetor solar e roupas extras (uma camiseta por filho já dá).

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Pão de Queijo


Tem um tempo que vimos no supermercado a mistura para pão de queijo da Yoki, comprei para ver qual era. Convenhamos, aqui não se encontra o queijo adequado, polvilho doce e azedo, bom nem sempre tem e nem sempre vai ter dos dois. Então valia a pena testar. Olha, não são tão gostosos quanto bonitos, mas já comi muito pão de queijo pior. Fiz conforme a indicação da embalagem, quanto mais tempo de sova, mais crescem. O Guilherme levou de lanche para a escola no dia sequinte e comeu três. Acho que se tiver de novo vou comprar para fazer mais vezes.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

A vida de dona de casa


Depois de quase dez anos pegando pesado no batende, chegando a estar no ar por 48 horas, eis que chegou meu dia de DO LAR. Eu gosto de cuidar da casa, pensar nas comidas, ficar com o Guilherme, mas confesso que a adaptação não é fácil, no sentido de eu ainda não consegui me organizar para não ficar de bobeira e ao mesmo tempo poder ler um livro, navegar na net, trocar figurinhas com os amigos, esse tipo de coisa. Também tenho que aprender a tratar com uma nova figura, a empregada. A que temos aqui, a Carla, é muito boa, mas precisa de ajustes e alguns são até culturais, coisa do hábito de cada país mesmo. Por isso, ontem reli o "Rotina com purpurina" para elaborar um super roteiro de faxina e manutenção da limpeza da casa e ocupar melhor o tempo da Carla, por que ela está se acostumando a sair daqui logo depois do almoço e eu quero que o Guilherme se acostume a ficar com ela também, para quando eu precisar ir ao super, por exemplo. Espero terminar tudo até sexta para poder sentar com ela e passar tudo direitinho e começar o teste do plano em Novembro. Também tenho que colocar na rotina dela os cuidados com os gatos por que quando formos viajar os gatos vão ficar e é ela que vai ter que dar conta. Quando terminar o material vou colocar aqui para, quem sabe, ajudar outra alma que como eu não tem lá muita aptidão para isso.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Recomendo


Finalmente comprei o esmalte So Laque da Bourjois. Tinha um tempo que estava de olho nele, ai, hoje deu que eu estava no shopping e ...comprei. Até agora está tudo lindo, também fiz as unhas hoje! O fabricante promete 7 dias de brilho intenso e, o que é mais importante, sem lascar. Vamos ver. Vai ser o teste de fogo, se passar por essa semana a partir de agora só vou comprar desta marca. Por que um esmalte sobreviver a uma semana de arrumação intensa em casa, é por que é bom.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Eu sou fã de carteirinha do Dr. Harvey Karp

Ainda não li o Bebe mais feliz do pedaço, vou ler antes de ter o próximo filho, com certeza vou ler. Tem o DVD também, mas prefiro o livro. O outro livro dele, eu li uma grande parte, em inglês, ouvi dizer que já tem em português e achei bem legal.

O fantástico fez duas reportagens com o básico de cada um dos livros.

Vale a pena divulgar.



O site do Dr. Karp aqui

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Um lugar muito especial

Hoje vim ao trabalho decidida a fazer uma boa faxina nas gavetas e no computador, um dia morto.
Mas descobri algo muito especial neste vasto mundo da internet e simplesmente deixei tudo de lado e comecei a ler (ainda não terminei) vale a pena. É lindo, mas vale lembrar a relatividade das palavras, principalmente felicidade.
http://parafrancisco.blogspot.com

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Crise criativa

Sempre que penso em escritores fico imaginando a angustia que é olhar para a tela do computador e simplesmente não conseguir ver nada, fica lá, o cursor picando e ... nada. Nos tempos de redação, eventualmente, eu passava por isso, mas repórter não pode se dar ao luxo de simplesmente ficar hipnotizado pelo cursor. Já pensou o JN sem matérias devido à crise generalizada de criação? Ou avisar ao chefe que infelizmente não deu para escrever sobre a chacina XYZ por que a inspiração não vinha. Nas matérias de comportamento, ainda dá para enrolar, mas ainda assim é pouco o tempo. Se a falta de inspiração persiste o editor/produtor e quem mais de direito entra em cena para conter a crise.

Bom, no meu atual emprego é muito raro eu simplesmente ficar petrificada na frente do computador, até por que já não trabalho mais com comunicação ou com texto em si, mas hoje ... o simples ato de elaborar um resumo me travou. Olho para a tela do computador e nada, leio o texto mais uma vez e nem termino o parágrafo já estou pensando na morte da bezerra. Ai parto para minha principal fonte de inspiração, a leitura. Aqui no trabalho são os blogs mesmo, mas nada ... e o pior é que é urgente. Já pensei até em ir andar na chuva para ver se melhora a coisa.

Nessas horas me lembro da Socorro e do trabalho dela. No seu lugar eu estaria frita.

Bom ai vi esse material do posto daí de baixo e me dei conta que muita coisa boa pode sair de uma folha em branco. Olha só http://www.youtube.com/watch?v=sGSCwC3ZvQM

Meu castelo


Castelos de areia que nada, o meu é de papel.
Obra integrande do concurso One Sheet of Paper, Hirshhorn Museum and Sculpture Garden, Washington DC


Só para que fique claro, eu não fiz o castelo!!!! Ele é meu apenas metaforicamente. ;)

quinta-feira, 27 de março de 2008

El Biciclown


Às vezes fico imaginando qual a marca que deixo nas pessoas que cruzam a minha vida. Sei as marcas que as pessoas deixam na minha vida, o que aprendo a fazer ou não fazer, a maioria das pessoas com quem convivo me transforma. Não sou a mesma pessoa que era ontem, por exemplo. Alguns aprendizados ficam para sempre, três são os mais marcantes e foram aprendidos em momentos bem distintos da minha vida e com pessoas que não podiam ser mais diferentes.

- “Tudo é relativo”, a frase favorita de Dagfinn, irmão de Hilde lá na Noruega.

- “Não justifica” ou “Nada justifica”, frase repetida pelo Prado à exaustão cada vez que alguém pisava na bola lá na Verdes Mares em Fortaleza.

- “Se não se resolveu é por que não chegou ao fim” ou “No final, tudo se resolve”, essa é na verdade uma compilação de aprendizados de uma vida.

Tem uma pessoa que eu tenho certeza que eu deixei impressão no mínimo sem graça. Essa mesma pessoa me marcou muito, mas muito mesmo. Dificilmente, decida fazer o que ela decidiu fazer, mas pensar nela, na verdade nele, me ajuda a tomar decisões difíceis, aquelas que envolvem grandes mudanças.

O único contato pessoal que tive com o Biciclown foi há 5 anos (gente como faz tempo!) lá em Fortaleza. Era um fim de semana de plantão e o pessoal do Diário do Nordeste ligou para a TV dando a sugestão de uma pauta, eu teria que conversar com o personagem lá na praça por que se tratava de um ciclista e estava de bermudas, portanto não poderia entrar na redação. Álvaro, um advogado espanhol, é também um clown e ciclista, que decidiu dar um tempo na vida burocrática e percorrer a América Latina em Bicicleta, o projeto se chama “quilômetros de sonrisas”. Na conversa, além da pauta, ajudei a encontrar um lugar para ficar e um lugar para uma apresentação. Na época, infelizmente, me limitei ao que me era pedido, como lamento isso. No blog a passagem por Fortaleza se chama “A tristeza” e realmente acho que essa foi a imagem que ficou, com razão.

Hoje o biciclown percorre a África em bicicleta, está nisso há mais de três anos, isso mesmo, três anos! pedalando pelo continente. Para quem quiser saber mais sobre essa aventura e essa pessoa marcante é só acessar : www.biciclown.com.

A foto ai em cima é na Turquia, Capadócia.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Descobri o paraíso

Sexta-feira, depois de dois dias de muito trabalho, olha só o que encontro para desestressar.

http://www2.uol.com.br/flashpops/jogos/80s.shtml

Tudo de bom

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Julie & Julia


Hoje, depois de uma reunião não muito agradável, porém necessária, fui almoçar no shopping e passando na fnac vi esse livro. A capa foi que me chamou a atenção, dei uma lida rápida e comprei. Vai furar a fila de leitura e espero que seja bem legal, principalmente de pois de ver que comprando o livro pelo site saia mais barato.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Sobras


Meu grande dilema sempre é como aproveitar melhor os restos, principalmente por que durante a semana não almoçamos em casa e não temos o costume de comer comida de panela à noite, então muita coisa acaba indo para o lixo depois de virar uma cultura de bactérias na geladeira.

Outro dia o almoço foi peixe, congrio rosa, e claro que sobrou e o destino seria o lixo se eu não tivesse me lembrado da receita dada pela sogra de uma torta, daquelas de misturar tudo e levar ao forno o destino seria o lixo. A noite dei uma geral na geladeira e tirei tudo que ia bem com peixe, 10 minutos de forno e estava pronto o jantar. O recheio foi meio de olho, mas vale para tudo, peixe, frango, salsicha, carne e todas as verduras.


Eu fiz assim:

9 colheres de sopa de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento
3 colheres de sopa de queijo ralado
1 xícara de peixe desfiado ou cortado em cubinhos
1 xícara de cenoura ralada
1 xícara de batata cortada em cubinhos e cozida
1 xícara de brócolis
3 ovos (separada a clara da gema)
1 colher de chá de sal
Salsa, alcaparras e cogumelos a gosto.

Misture tudo, exceto as claras. Depois acrescente as claras batidas em neve, coloque em uma assadeira untada. Por cima coloque queijo ralado, como não tinha mais, coloquei pedacinhos de queijo mussarela e leve ao forno até dourar.

Eu prefiro ela quente, mas o marido gosta mais fria.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Festa Infantil

Em maio sentei e organizei toda a festa de aniversário do Guilherme, no caderno anotei tudo que pensava em fazer, a lista de convidados, comidas, esse tipo de coisa. Fiz até umas pesquisas de mercado e conversei com outros pais para pegar dicas. Durante três semanas tudo ficou parado, foi congresso, visita da sogra, cansaço. Fiquei preocupada em não ter tempo para fazer tudo o que me havia proposto, mas ai resgatei o caderno e mãos a obra!
Ontem comprei as lembrancinhas, ou melhor os ingredientes, e montei 10!! Junto com o João embalamos 350 balas em rococos (pensei que seria suficiente, mas agora tenho dúvidas). Hoje espero montar o restante das lembrancinhas e embalá-las no papel celofane. Falta confirmar o bolo, encomendar os salgadinhos, os balões e alugar as toalhas de mesa. A festa é daqui 10 dias, tô bem de tempo, né?

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Cama de gato


Quando eramos crianças todo domingo, depois do almoço, iamos para a casa de minha avó paterna. Lá ela nos ensinava um monte de coisas, próprias e imprórias, uma das brincadeiras que eu mais gostava era a de cama de gato. Acontece que como tempo eu esqueci e me culpava um pouco por isso já que era algo que eu gostava tanto. Bom, meus problemas foram resolvidos, em uma visita a TokStok descobri um livro que ensiva o básico e comprei, apesar do preço. Não esperei nem chegar no carro para abrir, não é tá tudinho lá!!!! Dessa vez, se eu esquecer posso recorrer ao livro.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Let the games begin


Hoje dei início aos preparativos da viagem a Joinville. Lavei a roupa de frio que a um ano estava adormecida no armário e separei as roupas do Guilherme que vou levar, é tanta coisa!!!! Acho que metade da mala vai ser dedicada a ele. Não dá para contar que uma roupa por dia vai dar conta, então vai tudo em dobro (é isso que dá não querer gastar com lavanderia de hotel) fora manta, cobertor, babadores, paninhos, um lençol (just in case), brinquedos, remédios e do o resto do circo.
O que eu ando pensando é, e se não fizer frio? No caso do Guilherme tá coberto, por que também estou levando roupinhas mais leves, mas para que tudo dele caiba na mala, o João e eu vamos levar o minimo necessário, então vai de roupa de frio. Camisetas são mais baratas que casacos, né?

O que tem me preocupado é a questão dos aeroportos, como vamos viajar separados, fico com o coração na mão só de pensar nas horas que o João e o Guiherme poderão passar perambulando por aeroportos, tanto aqui quanto em congonhas. Uma fonte (uso aqui meu direito de jornalista de não revelá-la) disse que o problema é muito, mas muito mais sério do que a imprensa tem noticiado. Ai Meu Deus!!! Já pensei em não ir, mas isso pode significar em supresas desagradáveis no futuro. Também jé pensei em levar eu o Guilherme, mas ai fica complicado trabalhar com ele a tira colo, fora a preocupação com as refeições, o sono, a fralda, a brincadeira. Racionalmente, o melhor é ele ir com o pai (já ue o desmame está fora de cogitação e não nos preparamos para isso), mesmo que os atrasos sejam ENORMES. O jeito é cruzar os dedos e torcer que a boma só estoure em julho, no dia 2 de preferência!