Azul, é a cor favorita do Guilherme e foi a cor que ele escolheu para o quarto, tudo bem que os tons exatos não foi ele quem escolheu, mas deu o caminho e eu gosto. Quinze anos estudando numa escola com uniforme azul marinho não foram suficientes para que eu deixasse de gostar da cor, continuo achando ela super elegante e de bom gosto, uma excelente alternativa ao preto ou ao cinza e acho linda em crianças de todas as idades. Mas já deu!
Quando estava grávida do Guilherme, lembro que para meninos havia mesmo muito azul, mas na minha lembrança era possível variar mesmo comprando em lojas populares como C&A, Renner, Riachuelo, Americanas ... na Lojinha da Criança, pertinho de onde morávamos em Brasília, tinha uma variedade de cores para ambos os sexos, boutiques não cabiam no orçamento e foram poucas as peças compradas nas lojas caras. Até dei uma olhada nas fotos do Guilherme bebê para confirmar e há uma grande variedade de cores. Mas pelo visto nestes cinco anos as coisas mudaram e ficaram limitadas. O rosa já abundava no universo menina, mas pros meninos até que tinha variado, não faço idéia como estão as coisas agora no Brasil.
Quando entro numa loja pra ver roupa de bebê e me perguntam em que podem ajudar, aviso logo, roupa para menino, mas nada azul. O que me mostram? Bege, branco ... nada contra, mas e o resto das cores? O pior é que tudo é naquele mesmo azul clarinho, tão inho, apagado e sem graça. Podia sei lá, ser celeste, marinho, royal, mas não ... ai com sorte você encontra algo em amarelinho, verdinho. Pro lado das mães de meninas não é muito melhor não. Ficam lá, entre o rosinha e o lavanda desbotado, no final a quantidade é maior, há mais variedade de estampas e modelos, mas sempre nas mesmas cores.
Lá em Fortaleza, as avós se juntaram para e foram a uma loja de bebês. Por telefone minha mãe comenta que parece que a moda azul para meninos, rosa para meninas voltou e conta do comentário feito pelo vendedor da loja de lãs que ao ver a seleção de cores da minha mãe saiu com um "vai ser um bebê moderno". Será que é realmente um sinônimo de modernidade?
Lá em Fortaleza, as avós se juntaram para e foram a uma loja de bebês. Por telefone minha mãe comenta que parece que a moda azul para meninos, rosa para meninas voltou e conta do comentário feito pelo vendedor da loja de lãs que ao ver a seleção de cores da minha mãe saiu com um "vai ser um bebê moderno". Será que é realmente um sinônimo de modernidade?
Aqui, em Mendoza, meu primeiro alvo foram as lojas com preços mais em conta, afinal é roupa que é usada muito pouco pra que gastar rios de dinheiro. Lá fui eu em minha cruzada, naquela altura estava relaxada e sem grandes frescuras com o "azulzim", afinal, usa tão pouco ... e comparando com os preços das lojas de marca era uma boa, pôxa, metade do preço em média por algo de qualidade equivalente. Mas aos poucos aquilo começou a me cansar, por que dava na mesma entrar numa loja e comprar tudo lá, era tudo igual! Então comecei a ver as outras opções, uma ou outra peça mais "descolada" para alegrar meu dia. Perto aqui de casa tem uma loja que eu adoro a Owoko, as peças são lindas, muita cor e em geral são unissex, mas custa o dobro ou mais, fui lá e comprei coisas que vou usar mais (leia-se virar modelo da mãe insana e sua máquina fotográfica) e acalmei o facho por um tempo.
Mas agora, com a proximidade da chegada, resolvi dar uma geral no que tinha e ver o que precisava comprar para os primeiros 5-6 meses. A amiga de uma amiga estava liquidando o estoque da loja de roupas que tinha e eu me joguei, muito mais pelos preços do que pelas cores, mas ainda assim rolou umas coisas diferentes da Old Bunch, mas nada assim uau! Na hora de finalizar as coisas, e "harmonizar" o que falta é que acabou dando um nó. Pois é, fiquei sem muitas alternativas e comecei a ver no shopping mesmo e bom ... A Cheeky tem uma variedade para crianças maiores, para bebês é tudo nas linhas do azul, rosa, bege, branco e, mesmo sendo mais barato do que no Brasil, ainda é caro. Ai passei na Mimo & Co. concorrente e que fica quase do lado, por lá os preços são ainda mais salgados, mas não é que tinham coisas em vermelho e verde floresta! A vendedora riu quando eu falei que não queria nada em azul, disse que normalmente as mães de meninas falam isso do rosa, eu era a primeira a reclamar do azul, verdade seja dita não havia quase nada "azuzim" na loja. Lá sai toda serelepe com umas coisinhas vermelhas (minha cor favorita).
Agora, a saga continua online, os preços são bem atraentes e se você, como eu, tem quem receba a encomenda para você e mande, pode ser uma maneira interessante de variar o armário dos filhos (nessa onda, entrou Guilherme também, claro). Uma rápida olhada pela Amazon já dá uma boa ideia do que está disponível no mercado, há grandes diferenças de estilo entre a loja americana e a loja inglesa. A Carter´s e a OshKosh tem a vantagem de ter um carrinho único e sempre tem peças em promoção. Guilherme teve várias roupinhas dessas marcas e gosto do estilo deles. A giggle tem coisas de babar, mas não é barata não. A Zara e a H&M são outras duas lojas que sempre gostei de comprar roupas para bebê. Aqui e no Brasil a Zara não tem o preço tão atrativo como lá fora e a H&M não existe por estas bandas, mas é uma de minhas lojas favoritas mundo a fora, desde conheci a marca lá pelos idos da década 1990, em alguns países ela tem uma variedade melhor do que em outros e há linhas menos econômicas. Uma das coisas que gosto das roupas infantis de lá é que já vem com o lugarzinho para escrever o nome da criança . Outro lugar que sempre vale a pena dar uma olhada é o etsy para quem tricota, borda, faz crochet ou costura, é possível comprar até moldes em pdf para personalizar as coisas da família. Fora a variedade de peças de todo o mundo que são vendidas por lá. ADORO!

